segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

São João Bosco, Confessor




São João Bosco
Postado por Elias, O Profeta

João Bosco, fundador da ordem dos Salesianos e mentor de São Domingos Sávio. Nasceu em 1815, em Becchi, Piedment na Itália e começou seus estudos para sacerdote na idade de 16 anos, recebendo a ordenação em 1841.
Enviado para Valdocco, subúrbio de Turim ele atraiu centenas de jovens para a sua capela e seus sermões à tarde, e reabriu uma casa de pensão com sua mãe para aprendizes, seguido de uma pequena oficina de aprendizagem onde ensinava vários ofícios aos jovens. Fundou então uma Ordem para prestar esses serviços e a colocou sob a proteção de São Francisco de Salles, chamando-a de "Ordem dos Salesianos."
Isto foi seguido em breve por uma congregação similar para as mulheres chamada de "Filhas de Maria Auxiliadora" fundada por Santa Maria Mazzarelo popularmente conhecidas como " as salesianas" e na época de sua morte em 1888, a congregação tinha cerca de 1000 padres e 900 freiras. O seu trabalho era caracterizado por uma imensa paciência-nunca foi lembrado de ter punido uma criança - e grande capacidade de ensino.
Certa vez ele curou um homem de paralisia e outro da cegueira. De outra feita não havia hóstias suficientes para multidão que estava indo para a Comunhão, mas Dom Bosco fez suas orações e o Sagrado Sacramento milagrosamente multiplicou-se de modo que todos puderam receber a comunhão.
Hoje existem cerca de 40.000 salesianos (padres e irmãs) trabalhando em 120 paises. Eles cuidam de 220 orfanatos, 219 clínicas e hospitais, 864 creches e 3.104 escolas (das quais 287 são escolas técnicas e 59 são agrícolas).
O Papa Pio XI declarou por ocasião de sua canonização em 1934:
"Em sua vida, o sobrenatural tornou-se quase natural e o extraordinário ordinário".
Ele teria tido uma visão do que seria, o que hoje conhecemos como a cidade de Brasília. É o padroeiro de Brasília.
Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a "Virgem de Dom Bosco". Escreveu o santo: "A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso".
Dom Bosco faleceu em 31 de janeiro de 1888 e 100.000 ou mais pessoas foram ao seu funeral ou visitaram seu corpo na igreja em Turin e toda a cidade foi vê-lo sendo carregado para seu túmulo. Mas dizem que mais de 200.000 foram ao seu funeral e oraram a ele e não por ele.
Sua festa é celebrada no dia 31 de janeiro.

http://www.cademeusanto.com.br/sao_joao_bosco.htm

domingo, 30 de janeiro de 2011

IV Domingo Depois da Epifania. “Jesus impera aos ventos e ao Mar”. (Ev.)




O Evangelho deste domingo e do anterior foram retirados do mesmo evangelho de São Mateus. Jesus manifesta a sua realeza e sua divindade imperando aos ventos e ao mar; e o evangelho, para revelar a importância do fato, põe em contraste a agitação furiosa das vagas com a tranqüilidade que depois se seguiu. Mas é no seio da Igreja e no domínio íntimo das consciências que se verifica sobretudo a realeza de Cristo. Por isso os padres viram no vento ruidoso da procela o símbolo de satanás que levanta as tempestades de perseguição contra os santos, e no mar tumultuoso, as paixões e as maldades dos homens que não cessam de promover na terra o ódio e a violação da lei de Deus. Na Igreja de Cristo ao contrário, é a grande lei da caridade que regula e harmoniza todos os membros, porque se os três primeiros preceitos do Decálogo nos impõem o amor de Deus, perfeito e absoluto, os últimos sete obrigam-nos, como conseqüência lógica, ao amor de todos os homens, Na Epifania Jesus revê-la se aos homens como filho de Deus e dar-lhes a faculdade de participar nos privilégios e na realeza do seu corpo místico, se o quiserem o reconhecer como tal e aceitar como Chefe e Cabeça. Todos os cristãos, com efeito, constituem um corpo só em que Jesus é a Cabeça, e todos se devem por conseguinte amar com aquele amor que dedicam em intensidade e pureza ao próprio Jesus Cristo. Aquela barca frágil que voga tranqüila entre as vagas, é a Igreja de Deus que vai conduzindo através da tempestade dos séculos a divindade de Cristo. E à proteção do Salvador, que leva dentro de si, deve o milagre de não deve desnortear aos assaltos das vagas.

Leitura da Epístola de São Paulo aos Romanos. Irmãos: A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor recíproco; porque aquele que ama o seu próximo cumpriu toda a lei. Pois os preceitos: Não cometerás adultério, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e ainda outros mandamentos que existam, eles se resumem nestas palavras: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. A caridade não pratica o mal contra o próximo. Portanto, a caridade é o pleno cumprimento da lei.

Continuação do Santo Evangelho segundo São Mateus. Naquele tempo: Subiu ele a uma barca com seus discípulos. De repente, desencadeou-se sobre o mar uma tempestade tão grande, que as ondas cobriam a barca. Ele, no entanto, dormia. Os discípulos achegaram-se a ele e o acordaram, dizendo: Senhor, salva-nos, nós perecemos! E Jesus perguntou: Por que este medo, gente de pouca fé? Então, levantando-se, deu ordens aos ventos e ao mar, e fez-se uma grande calmaria. Admirados, diziam: Quem é este homem a quem até os ventos e o mar obedecem?

Fonte: (Missal Cotidiano e Vesperal por Dom Gaspar Lefebvre Beneditino da Abadia de Santo Andre – 1950)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

25 de Janeiro, Conversão do Apóstolo São Paulo (ANIVERSÁRIO DA FUNDAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO)


25 de Janeiro, Conversão do Apóstolo São Paulo
Postado por Elias, O Profeta


A festa litúrgica da Conversão de São Paulo Apóstolo apareceu na Igreja no século VI e é uma festa própria da festa Latina. O Martírio do apóstolo dos gentios é comemorado no dia 29 de Junho. A celebração do dia 25 de Janeiro tem por finalidade considerar as várias facetas do Apóstolo por excelência. Ele diz de si mesmo: "Eu trabalhei mais que todos os apóstolos...", Mais também: "Eu sou o menor dos apóstolos... não sou digno de ser chamado apóstolo".


Apresenta, ele mesmo, as credenciais: Viu o Senhor, Cristo Ressuscitado lhe aparecer, sendo portanto, um testemunho vivo da Ressurreição de Cristo. Naquela mesma hora em que caminhava rumo a Damasco e prostrado em terra, o Senhor lhe aparece e lhe questiona: Saulo porque me persegues? Neste exato momento o apóstolo pergunta: "Senhor o que queres que eu te faça? A partir de então Paulo passa a pregar o evangelho que antes perseguia. Em poucos segundo Jesus transformou o grande perseguidor de sua santa fé no maior propagador do Evangelho que o mundo já conheceu.


Celebremos com grande alegria a festa da Conversão de São Paulo Apóstolo, pedindo a Deus que ilumine os perseguidores de sua santa religião. Que Deus afaste de todos nós o erro da heresia e da apostasia tão presente na decadente sociedade moderna.


Fonte: Um Santo para cada dia - Mario Sgarbossa, Luigi Giovannini - Paulus - 2005 - 6ª Edição

domingo, 23 de janeiro de 2011

III Domingo Depois da Epifania. “Dizei uma só palavra e meu servo será Curado” (Ev.)





Estes quatros domingos têm todos os mesmo intróitos, Gradual, Aleluia, Ofertório e Comunhão, e referem-se a todos igualmente a realeza de Cristo. Os dois milagres referidos no Evangelho de hoje tem ambos a mesma significação. O Primeiro é a cura de um leproso judeu. E Nosso Senhor quer que os príncipes dos sacerdotes constatem oficialmente o prodígio. O segundo é o do Centurião, dum pagão, que humildemente confessa sua indignidade e a sua fé. Todos os povos são convidados pois a tomar parte na herança do reino e no banquete da glória, em que a própria divindade será o pão de nossa alma. Filhos do reino de Deus, renovemos nossa fé na divindade de Cristo e proclamemo-la com atos de virtude e daquela caridade que constitui o grande mandamento e que São Paulo nos recorda na Epístola de hoje. “A graça na fé em Jesus diz Santo Agostinho, opera a caridade”. Que nada nos separe desta caridade, e que ela produza na nossa alma sentimentos de paz e de amor para com todos os homens.

Leitura da Epístola de São Paulo aos Romanos: Irmãos: Vivei em boa harmonia uns com os outros. Não vos deixeis levar pelo gosto das grandezas; afeiçoai-vos com as coisas modestas. Não sejais sábios aos vossos próprios olhos. Não pagueis a ninguém o mal com o mal. Aplicai-vos a fazer o bem diante de todos os homens. Se for possível, quanto depender de vós, vivei em paz com todos os homens. Não vos vingueis uns aos outros, caríssimos, mas deixai agir a ira de Deus, porque está escrito: A mim a vingança; a mim exercer a justiça, diz o Senhor (Dt 32,35). Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber. Procedendo assim, amontoarás carvões em brasa sobre a sua cabeça (Pr 25,21s). Não te deixes vencer pelo mal, mas triunfa do mal com o bem.

Continuação do Santo Evangelho segundo São Mateus. Naquele Tempo: Tendo Jesus descido da montanha, uma grande multidão o seguiu. Eis que um leproso aproximou-se e prostrou-se diante dele, dizendo: Senhor, se queres, podes curar-me. Jesus estendeu a mão, tocou-o e disse: Eu quero, sê curado. No mesmo instante, a lepra desapareceu. Jesus então lhe disse: Vê que não o digas a ninguém. Vai, porém, mostrar-te ao sacerdote e oferece o dom prescrito por Moisés em testemunho de tua cura. Entrou Jesus em Cafarnaum. Um centurião veio a ele e lhe fez esta súplica: Senhor, meu servo está em casa, de cama, paralítico, e sofre muito. Disse-lhe Jesus: Eu irei e o curarei. Respondeu o centurião: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa. Dizei uma só palavra e meu servo será curado. Pois eu também sou um subordinado e tenho soldados às minhas ordens. Eu digo a um: Vai, e ele vai; a outro: Vem, e ele vem; e a meu servo: Faze isto, e ele o faz... Ouvindo isto, cheio de admiração, disse Jesus aos presentes: Em verdade vos digo: não encontrei semelhante fé em ninguém de Israel. Por isso, eu vos declaro que multidões virão do Oriente e do Ocidente e se assentarão no Reino dos céus com Abraão, Isaac e Jacó, enquanto os filhos do Reino serão lançados nas trevas exteriores, onde haverá choro e ranger de dentes. Depois, dirigindo-se ao centurião, disse: Vai, seja-te feito conforme a tua fé. Na mesma hora o servo ficou curado.

 Fonte: (Missal Cotidiano e Vesperal por Dom Gaspar Lefebvre Beneditino da Abadia de Santo Andre – 1950)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Santa Inês, Virgem e Mártir


Santa Inês, Virgem e Mártir
Postado por Elias, O Profeta

A existência desta Mártir de doze anos, que viveu no início do século IV e foi vítima da feroz perseguição de Diocleciano, é bem documentada. Sua popularidade e devoção se estenderam por toda a cristandade desde o início até agora. Acreditamos em uma tradição grega em que o papa Dâmaso diz que Inês foi martirizada numa fogueira. O poeta Prudêncio e toda a tradição latina afirma que Inês não quis sacrificar à deusa Vesta e por isso foi decapitada.
A festa de Santa Inês recorda-nos um tocante e glorioso triunfo de Cristo sobre o mundo. Uma vez teria dito a seu carrasco: "que ferisse, porque era grande injúria para o esposo, fazê-lo esperar", e desta maneira apresentou a espada ao peito tão delicado e pequeno que o algoz, diz Santo Ambrósio, teve dificuldade de encontrar lugar para a ferir.

Uma criança a confundir os poderes da terra. Não sabemos a data do seu martírio, mas nos princípios do século IV a princesa Constantina, filha mais velha do primeiro imperador cristão, mandou levantar sobre seu túmulo ao longo da Via Numentana uma basílica que é hoje ainda uma das mais célebres de Roma. O nome de Inês está presente no Cânon da missa.

Santa Inês rogai por nós!

Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

São Sebastião, Mártir (PADROEIRO DA CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO)





São Sebastião, Mártir (PADROEIRO DA CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO)
Postado por Elias, O Profeta










Nos primórdios do Cristianismo, fora sepultado São Sebastião, cujo martírio aconteceu no mesmo dia de São Fabiano Papa, mas há cinqüenta anos mais tarde, sob Diocleciano. Santo Ambrósio diz que São Sebastião era milanês de nascimento. Outras notícias são dadas por Arnóbio, o jovem, mais fruto de suas devoções e fantasias, no século V. Amigos do Imperador, São Sebastião teria aproveitado para socorrer os irmãos na fé, os cristãos. Fazia apostolado procurando converter soldados e prisioneiros; aliás o próprio governador de Roma, Cromácio, e seu filho Tibúrcio foram convertidos por São Sebastião e sofreram o martírio. O destemido e audaz centurião (o santo) teve de comparecer diante do Imperador para dar satisfação sobre o seu procedimento. O imperador se queixou que tinha confiado nele e que esperava dele uma brilhante carreira e ele o havia traído. Foi condenado sem apelação. Sendo amarrado a um tronco de laranjeira, tendo o corpo coberto de flexas envenenadas na presença de toda gente e antigos colegas de ofício.






Irene, uma mulher cristã, providencial, que apreciava os conselhos de Sebastião, junto com um grupo de amigos, foram ao local onde estava o santo, e com assombro, comprovaram que o mesmo ainda estava vivo. O desamarraram e Irene o escondeu em sua própria casa e curou as suas feridas. Passado um tempo, nosso querido santo, já curado, quis continuar seu processo de evangelização e, em vez de se esconder, com valentia apresentou-se de novo a Maximiano, o qual ficou assombrado. Maximiano não deu ouvido os pedidos de Sebastião para que deixasse de perseguir aos cristãos e ordenou a seus soldados que o açoitassem até a morte.







Após sua morte, foi enterrado em um cemitério subterrâneo sob a Via Ápia. Mais tarde a Igreja construiu na parte posterior da catacumba um templo em honra do santo: A Basílica de São Sebastião que lá existe até hoje e recebe grande romaria dos seus devotos. Existe ainda uma capela em Palatino em homenagem a São Sebastião. Em cima uma foto de uma pintura (museu de Pushkin) mostrando Irene curando as feridas de São Sebastião. A Irene que cuidou de São Sebastião é a mesma Santa Irene cuja festa é celebrada no dia 30 de Março.








São Sebastião é considerado pela Igreja Padroeiro do Rio de Janeiro. A este título se deve ao fato da expulsão dos Calvinistas franceses do Rio de Janeiro em 1567, no qual São Sebastião foi visto lutando do lado dos portugueses contra os hereges.


Obs: Hoje é o domingo da Septuagésima, e por se tratar de um domingo a festa deste santo só ocorre nas localidades onde ele é tido como padroeiro. É o que acontece no Rio de Janeiro, por exemplo.




(Fonte: Um Santo para cada dia - Mario Sgarbossa, Luigi Giovannini - Paulus - 2005 - 6ª Edição / http://www.cademeusanto.com.br/sao_sebastiao.htm )

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Cátedra de São Pedro em Roma


Cátedra de São Pedro em Roma
Postado por Elias, O Profeta



A festa da cadeira de Pedro tem por objetivo reivindicar a primazia universal do Príncipe dos Apóstolos e conserva apenas uma relação longíqua com a cadeira, sede material, que se venera na abside da Basílica Vaticana, como símbolo da autoridade suprema do Bispo de Roma.




Constituído por Cristo como chefe visível da Igreja, São Pedro, com os seus sucessores, são depositários do poder de ligar e desligar e conseqüentemente detentores da realeza de Cristo no mundo. O Evangelho da missa recorda-nos o episódio da confissão de São Pedro e da resposta de Cristo, com base e prova das prerrogativas do Chefe da Igreja. Quase toda a missa se pode dizer a afirmação contínua desta primazia. A Epístola é o primeiro capítulo do qual São Pedro escreveu de Roma aos fiéis da Ásia. A Igreja que trouxe sempre juntos os nomes dos dois grandes Apóstolos faz memória de São Paulo na missa de vésperas.




Onde está Pedro aí está a Igreja de Cristo. Quem não está sob Pedro está fora da "arca", fora da Igreja de Cristo, longe dos sinais de salvação e purificação do Senhor. Peçamos então, caros irmãos, a conversão dos que estão fora da Igreja do Senhor, para que Deus os ilumine com a luz da verdade, os restaurando e os submetendo a hierarquia constituída por Cristo Nosso Senhor.

Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.

domingo, 16 de janeiro de 2011

II Domingo Depois a Epifania “Jesus transforma a água em vinho nas bodas de Cana”(Ev.)




Fiel as Promessas que fizera a Abraão, Deus enviou o seu Filho para resgatar o povo eleito, que não circunscrevia à orbita judaica somente mas compreendia os homens de todos os lugares e de todos os tempos, Jesus é, pois, aquele Rei que a terra toda deve adorar e servir. Havendo sido convidado às núpcias em Cana, diz Santo Agostinho, aceita o convite para nos revelar o profundo mistério que nelas se encobre e que é a união de Cristo com sua Igreja. Todos os Padres são Unânimes em ver neste milagre aí operado, além da confirmação da missão redentora de Cristo, o símbolo da Eucaristia e da Aliança que Jesus Cristo estabeleceu com as almas e selou com o sinete do seu sangue e a qual se consuma na sagrada comunhão. São as núpcias divinas na terra, prelúdio das eternas do Céu. Éramos água e Cristo fez-nos vinho, vinho novo, duma vinha que é também nova e que foi regada com o sangue do homem-Deus. Diz São Tomás de Aquino que a conversão da água em vinho é símbolo da transubstanciação, milagre tamanho, que faz do vinho eucarístico o sangue da aliança de paz que Deus estabeleceu com a sua Igreja.

Leitura da Epístola de São Paulo Apóstolo aos Romanos: Irmãos: Temos dons diferentes, conforme a graça que nos foi conferida. Aquele que tem o dom da profecia, exerça-o conforme a fé. Aquele que é chamado ao ministério, dedique-se ao ministério. Se tem o dom de ensinar, que ensine; o dom de exortar, que exorte; aquele que distribui as esmolas, faça-o com simplicidade; aquele que preside, presida com zelo; aquele que exerce a misericórdia, que o faça com afabilidade. Que vossa caridade não seja fingida. Aborrecei o mal, apegai-vos solidamente ao bem. Amai-vos mutuamente com afeição terna e fraternal. Adiantai-vos em honrar uns aos outros. Não relaxeis o vosso zelo. Sede fervorosos de espírito. Servi ao Senhor. Sede alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração. Socorrei às necessidades dos fiéis. Esmerai-vos na prática da hospitalidade. Abençoai os que vos perseguem; abençoai-os, e não os praguejeis. Alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram. Vivei em boa harmonia uns com os outros. Não vos deixeis levar pelo gosto das grandezas; afeiçoai-vos com as coisa modestas. Não sejais sábios aos vossos próprios olhos.

Continuação do Santo Evangelho segundo São João: Naquele tempo: Celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus. Também foram convidados Jesus e os seus discípulos. Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho. Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou. Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser. Ora, achavam-se ali seis talhas de pedra para as purificações dos judeus, que continham cada qual duas ou três medidas. Jesus ordena-lhes: Enchei as talhas de água. Eles encheram-nas até em cima. Tirai agora , disse-lhes Jesus, e levai ao chefe dos serventes. E levaram. Logo que o chefe dos serventes provou da água tornada vinho, não sabendo de onde era (se bem que o soubessem os serventes, pois tinham tirado a água), chamou o noivo e disse-lhe: É costume servir primeiro o vinho bom e, depois, quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora. Este foi o primeiro milagre de Jesus; realizou-o em Caná da Galiléia. Manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.

Fonte: (Missal Cotidiano e Vesperal por Dom Gaspar Lefebvre Beneditino da Abadia de Santo Andre – 1950)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

13 de Janeiro – Comemoração do Santo Batismo de Nosso Senhor Jesus Cristo



Do Antigo Ofício que se rezava neste dia e que nos recordava o Batismo do Senhor e a Manifestação de Sua Divindade, resta-nos hoje as orações e o evangelho. O mais e mais da Missa da Epifania. Neste tempo vemos de novo aparecer a figura de São João Batista, que desempenha papel relevante na Liturgia do Advento. O Messias que anunciara chegou e começará em breve a sua vida pública de reparação e redenção do homem caído e arruinado pelo pecado e pelos caminhos tortuosos que andara fora da casa paterna. João, que vira o Espírito Santo descer sobre Ele e que tinha ouvido o Pai declarado Solenemente sua Filiação Divina, vai antes de sumir do público para a penumbra do cárcere de Herodes, prestar-lhe o último testemunho de Fé. Vai Proclamar diante de Israel incrédula que este é o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo e que os batizará no Espírito Santo.

Jesus Santificou com o contato de seu Santíssimo Corpo as águas do Jordão, para que os de futuro fossem mergulhados nas águas do Batismo, se santificasse na água e no Espírito Santo.

Continuação do Santo Evangelho de São João. Naquele tempo: João viu Jesus que vinha a ele e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. É este de quem eu disse: Depois de mim virá um homem, que me é superior, porque existe antes de mim. Eu não o conhecia, mas, se vim batizar em água, é para que ele se torne conhecido em Israel. (João havia declarado: Vi o Espírito descer do céu em forma de uma pomba e repousar sobre ele.) Eu não o conhecia, mas aquele que me mandou batizar em água disse-me: Sobre quem vires descer e repousar o Espírito, este é quem batiza no Espírito Santo. Eu o vi e dou testemunho de que ele é o Filho de Deus.

domingo, 9 de janeiro de 2011

I Domingo depois da Epifania: “Encontro de Jesus no Templo, no meio dos doutores”.



Todo Judeu, depois de completar doze anos, devia celebrar em Jerusalém as festas Litúrgicas de Israel, a Páscoa, o Pentecostes e os Tabernáculos. A Liturgia deste Período, que nos vem apresentando desde o presépio a infância do Salvador, faz-nos hoje subir a escarpa da cidade Santa e contemplar no templo o divino infante a interrogar, com doze anos apenas, os encanecidos e sábios doutores da lei. E não foi isto, diz Santo Ambrósio, sem um alto e profundo designo da providência. Queria ensinar por este modo aos doutores e a todos nós que três dias após a tragédia do Calvário, aquele que morrera para a redenção do mundo e que todos julgavam morto havia de ressuscitar e de se impor à nossa fé, sentado num trono de Glória, como caminho, como verdade, e como a Vida. Deste pensamento, que domina a liturgia de hoje, podemos deduzir salutares princípio de renovação cristã. Todos sabem muito bem que formados pela fé um só Corpo com Jesus Cristo. Ora para ocuparmos o lugar que nos compete como órfãos eficientes no corpo de Jesus Cristo devemo-nos integrar evidentemente, antes que mais nada no pensamento superior que se dirige esse corpo, compenetrarmo-nos da sabedoria de Jesus Cristo Nosso Senhor. E o pensamento de Jesus, tão clara e admiravelmente expresso na pobreza do presépio, na humildade da sua vida oculta, na caridade da vida pública e na abnegação do Gógota, foi-nos condensado pelo mesmo salvador naquela pequenina frase do Evangelho de hoje: “É necessário que eu viva ocupado nas coisas do meu Pai”. Esta Sabedoria celeste escapa de certo à rudeza do nosso entendimento. Contrariando os instintos da carne em virtude da penitência e das renuncias que nos impõe indo por vezes até ao ponto de sacrificar as nossas aspirações mais legítimas, estamos longe de compreender o que lhes disse: “E não compreenderam o que lhe disse”. Resta-nos seguir aqui e sempre o exemplo de Maria “que conservava todas as coisas em seu coração”, e meditando na atitude que o Senhor tomou no templo, pedir a Deus a sabedoria para ver o que nos convém e força e vida para cumpri-lo.

Leitura da Epístola de São Paulo aos Romanos: Irmão, eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito. Em virtude da graça que me foi dada, recomendo a todos e a cada um: não façam de si próprios uma opinião maior do que convém, mas um conceito razoavelmente modesto, de acordo com o grau de fé que Deus lhes distribuiu. Pois, como em um só corpo temos muitos membros e cada um dos nossos membros tem diferente função, assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um do outro.

Continuação do Santo Evangelho segundo São Lucas: Naquele Tempo Tendo Jesus atingido doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa. Acabados os dias da festa, quando voltavam, ficou o menino Jesus em Jerusalém, sem que os seus pais o percebessem. Pensando que ele estivesse com os seus companheiros de comitiva, andaram caminho de um dia e o buscaram entre os parentes e conhecidos. Mas não o encontrando, voltaram a Jerusalém, à procura dele. 46. Três dias depois o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. Todos os que o ouviam estavam maravilhados da sabedoria de suas respostas. Quando eles o viram, ficaram admirados. E sua mãe disse-lhe: Meu filho, que nos fizeste?! Eis que teu pai e eu andávamos à tua procura, cheios de aflição. Respondeu-lhes ele: Por que me procuráveis? Não sabíeis que devo ocupar-me das coisas de meu Pai? Eles, porém, não compreenderam o que ele lhes dissera. Em seguida, desceu com eles a Nazaré e lhes era submisso. Sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração. E Jesus crescia em estatura, em sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens.

Fonte: (Missal Cotidiano e Vesperal por Dom Gaspar Lefebvre Beneditino da Abadia de Santo Andre – 1950)

FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA - I Domingo depois da Epifania





FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA


"Não era a caso conveniente, diz São Leão, celebrar o nascimento real do filho do Pai Eterno, a casa de Davi, e os nomes gloriosos dessa antiga linhagem? Mas é mais doce ainda recordar a pequena casa de Nazaré e a humilde existência que aí se passa; é mais doce celebrar a vida obscura de Jesus. É aí que o divino infante se exercita no humilde ofício de José, aí, na sombra, cresce em idade, mostrando-se feliz por partilhar dos trabalhos de São José.



Que o suor, diz ele, banhe dos membros antes de os inundar a efusão do sangue do Redentor, que a mortificação do trabalho, sirva também de expiação para o gênero humano. Junto do Menino se encontra sua Mãe terna, junto do esposo a esposa dedicada. Como ela se julga feliz em poder aliviar, com efetuosos cuidados, as suas fadigas!". "Ó vós que não fostes isentos nem de preocupações e nem de trabalhos, e que conhecestes o infortúnio, olhai para os desgraçados que lutam contra as dificuldades da vida e se vêm na indigência".




Na humilde casa de Nazaré, Jesus, Maria e José santificam a vida familiar pelos exercícios das virtudes domética. Praticaram a a humildade, a paciência, a moderação, a ajuda mútua, a caridade, o respeito e a obediência, de que nos falam a Epístola e Evangelho da missa. Vivendo sempre no recolhimento da oração, encontraram alegria e paz. Oxalá a grande família que é a Igreja e cada lar cristão pratique na terra as virtudes que praticou a Sagrada Família a fim de que possa viver um dia em sua santa companhia no Céu.




Evangelho de Domingo:




Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele tempo:
Tendo ele atingido doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa.
Acabados os dias da festa, quando voltavam, ficou o menino Jesus em Jerusalém, sem que os seus pais o percebessem.
Pensando que ele estivesse com os seus companheiros de comitiva, andaram caminho de um dia e o buscaram entre os parentes e conhecidos.
Mas não o encontrando, voltaram a Jerusalém, à procura dele.
Três dias depois o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os.
Todos os que o ouviam estavam maravilhados da sabedoria de suas respostas.
Quando eles o viram, ficaram admirados. E sua mãe disse-lhe: Meu filho, que nos fizeste?! Eis que teu pai e eu andávamos à tua procura, cheios de aflição.
Respondeu-lhes ele: Por que me procuráveis? Não sabíeis que devo ocupar-me das coisas de meu Pai?
Eles, porém, não compreenderam o que ele lhes dissera.
Em seguida, desceu com eles a Nazaré e lhes era submisso. Sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração.
E Jesus crescia em estatura, em sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens.




Hoje dia 13 de janeiro também celebramos a festa do Batismo de Nosso Senhor Jesus Cristo que encerra as festas do tempo litúrgico do Natal. Desde o dia 07 estamos no tempo depois da Epifania que irá até o próximo domingo com o Domingo da Septuagésima que é uma preparação para a Grande Quaresma.


Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

06 DE JANEIRO - SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR


SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR
Postado por Elias, O Profeta

A festa da Epifania que, antes de ser introduzida em Roma, já existia nas Igrejas do Oriente e em algumas do Ocidente, parece ter sido sua origem uma festa do Natal; o dia 06 de janeiro era para essas Igrejas, pouco mais ou menos o que o Natal de 25 de Dezembro, era para a Igreja de Roma.



Introduzida em Roma na segunda metade do século IV, a festa da Epifania tornou-se como que o complemento do Natal. A Igreja celebra hoje a manifestação de Nosso Senhor ao mundo inteiro e o grau de esplendor do mistério da Encarnação. São Leão e com ele toda a tradição cristã viu que nos reis magos, que pressurosos correm aos pés de Cristo, as primícias da gentilidade: eles trazem atrás de si todos os povos da Terra e, por isso, o mistério da Epifania, manifestação de Cristo ao mundo, abarca toda a história do mundo; é um mistério que os magos indicaram o começo, mas que continua a se desenrolar a medida que a Igreja se expande.



É este o sentido da grandiosa profecia de Isaías que a Igreja nos apresenta ao mesmo tempo na Epístola e nas lições das orações de Matinas. São Leão não deixa de se referir a este ponto. São ainda os frutos e conseqüências do mistério da Encarnação do Verbo que a Igreja canta na Antífona do Magníficat de 2ª Vésperas do Breviário Romano, ajuntando a vocação dos magos a sua união com Cristo, prefigurado pelas bodas de Cana, e o batismo dos seus filhos, anunciado pelo Senhor nas águas do Jordão.



Evangelho da Festa:



Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo:
Tendo, pois, Jesus nascido em Belém de Judá, no tempo do rei Herodes, eis que magos vieram do oriente a Jerusalém.
Perguntaram eles: Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo.
A esta notícia, o rei Herodes ficou perturbado e toda Jerusalém com ele.
Convocou os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo e indagou deles onde havia de nascer o Cristo.
Disseram-lhe: Em Belém, na Judéia, porque assim foi escrito pelo profeta:
E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará Israel, meu povo(Miq 5,2).
Herodes, então, chamou secretamente os magos e perguntou-lhes sobre a época exata em que o astro lhes tinha aparecido.
E, enviando-os a Belém, disse: Ide e informai-vos bem a respeito do menino. Quando o tiverdes encontrado, comunicai-me, para que eu também vá adorá-lo.
Tendo eles ouvido as palavras do rei, partiram. E eis que e estrela, que tinham visto no oriente, os foi precedendo até chegar sobre o lugar onde estava o menino e ali parou.
A aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria.
Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se diante dele, o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonhos de não tornarem a Herodes, voltaram para sua terra por outro caminho.
Anuncio da Páscoa:

Páscoa 2011 - 24 de Abril

Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O Bolo de Reis (Uma velha tradição natalina)


O Bolo de Reis (Uma velha tradição natalina)
Postado por Elias, O Profeta


Hoje além de ser o dia da Epifania do Senhor, é dia dos Três Reis Magos e o décimo segundo dia de Natal. Com um grande interesse de popularizar esta festa tão esquecida nas nossas grandes cidades, tivemos a idéia de oferecer a receita do Bolo do dia de Reis para enriquecer sua festa de Santos Reis:

Ingredientes: 4 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo 2 tabletes de fermento biológico 1 xícara (chá) de açúcar 4 colheres (sopa) de leite 5 ovos 3 colheres (sopa) de vinho do Porto 2 colheres (sopa) de casca de laranja ralada 1/2 xícara (chá) de azeite de oliva 1/2 xícara (chá) de uva passa sem semente 4 colheres (sopa) de amêndoas picadas 4 colheres (sopa) de nozes picadas 1 xícara (chá) de frutas cristalizadas 100 g de cerejas cristalizadas 4 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro
Modo de Preparo: Em uma tigela, peneire a farinha de trigo e reserve. Em uma tigela misture o fermento e 3 colheres (sopa) de açúcar até obter uma pasta. Misture o leite aquecido e 4 colheres (sopa) de farinha de trigo. Cubra a tigela com filme plástico e deixe crescer por 15 minutos. Coloque emoutra tigela 4 ovos, o vinho do porto e as raspas de laranja e bata rapidamente com um batedor manual. Reserve. Em uma superfície lisa, coloque a farinah de trigo restante e faça uma cavidade no centro. Junte o azeite de oliva (reserve 1/2 colher de sopa) e o açúcar restante. Com as pontas dos dedos misture até obter uma farofa. Acrescente a massa crescida e misture. Junte, aos poucos, os ovos batidos e sove a massa por 5 minutos. Adicione as uvas passas, as amêndoas, as nozes e metade das frutas cristalizadas. Misture delicadamente e transfira a massa para uma tigela. Cubra com filme plástico e deixe crescer por 1 hora. Em seguida, modele a massa, formando um anel, de modo que no centro tenha 15cm de diâmetro. Transfira a massa para uma assadeira para pizza com 30cm de diâmetro, untada com o azeite reservado. Deixe crescer por mais 30 minutos. Ligue o forno à temperatura média. Distribua sobre a massa o restante das frutas cristalizadas e as cerejas. Pressione ligeiramente com os dedos e pincele toda a superfície com o ovo restante batido. Leveo bolo ao forno por 40 minutos, ou até que enfiando um palito ele saia limpo. Retire do forno, desenforme ainda morno e disponha em um prato grande. Em seguida, distribua por cima o açúcar de confeiteiro em montinhos. Se preferir, no momento de servir coloque fios de ovos na parte central do bolo.

Glacê :
• 2 colheres (sopa) de suco de limão
• 2 colheres (sopa) de leite quente
• 2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro

Glacê: Misture o açúcar de confeiteiro com o leite quente e o suco de limão e despeje sobre o bolo. Decore com cerejas e folhinhas feitas com figo ou limão cristalizado.
Feliz dia de Santos Reis!

(Fontes: http://www.muitomaisreceitas.com.br/receitas/2433/bolos/bolo_dos_reis_2_.html / http://www.blocosonline.com.br/sites_pessoais/sites/lm/culinar/culinareis.htm )

domingo, 2 de janeiro de 2011

2 DE JANEIRO - FESTA DO SANTÍSSIMO NOME DE JESUS


FESTA DO SANTÍSSIMO NOME DE JESUS
Postado por Elias, O Profeta

A Igreja revela-nos as grandezas do Verbo incarnado, cantando as glórias do seu Santo Nome.

Era por ocasião do rito da circuncisão que os Judeus impunham o nome aos filhos; por isso a Igreja vai buscar hoje o Evangelho da festa da Circuncisão fazendo realçar as últimas palavras: "E foi-lhe dado o nome de Jesus, nome que já o anjo lhe havia dado antes de ser concebido no seio da Virgem". O nome Jesus significa Salvador, e diz São Pedro, que não foi dado aos homens outro nome, pelo qual nos possamos salvar.

É ao nome de Jesus, diz São Bernardo, que os coxos andam, que os cegos vêem e que os surdos ouvem. A pregação do nome de Jesus é a luz do mundo, o unguento que unge, reconforta e sustenta. O nome de Jesus é mel para os lábios, melodia para os ouvidos e alegria para o coração". Que durante a nossa vida ele nunca nos saia dos lábios para termos um dia a alegria de vermos o nosso junto do Dele inscrito no Céu.

As primeiras origens desta festa remontam o Século XVI em que eram Celebrada na Ordem de São Francisco. Em 1721, Inocêncio XIII, estendeu-a ao mundo inteiro.

Evangelho da Festa:

Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele Tempo: Depois que se completaram os oito dias para ser circuncidado o Menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes que fosse concebido no ventre materno.

Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.

FESTA DO SANTÍSSIMO NOME DE JESUS


FESTA DO SANTÍSSIMO NOME DE JESUS
Postado por Elias, O Profeta


A Igreja revela-nos as grandezas do Verbo incarnado, cantando as glórias do seu Santo Nome.


Era por ocasião do rito da circuncisão que os Judeus impunham o nome aos filhos; por isso a Igreja vai buscar hoje o Evangelho da festa da Circuncisão fazendo realçar as últimas palavras: "E foi-lhe dado o nome de Jesus, nome que já o anjo lhe havia dado antes de ser concebido no seio da Virgem". O nome Jesus significa Salvador, e diz São Pedro, que não foi dado aos homens outro nome, pelo qual nos possamos salvar.


É ao nome de Jesus, diz São Bernardo, que os coxos andam, que os cegos vêem e que os surdos ouvem. A pregação do nome de Jesus é a luz do mundo, o unguento que unge, reconforta e sustenta. O nome de Jesus é mel para os lábios, melodia para os ouvidos e alegria para o coração". Que durante a nossa vida ele nunca nos saia dos lábios para termos um dia a alegria de vermos o nosso junto do Dele inscrito no Céu.


As primeiras origens desta festa remontam o Século XVI em que eram Celebrada na Ordem de São Francisco. Em 1721, Inocêncio XIII, estendeu-a ao mundo inteiro.


Evangelho da Festa:


Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele Tempo: Depois que se completaram os oito dias para ser circuncidado o Menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes que fosse concebido no ventre materno.

Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.

sábado, 1 de janeiro de 2011

01 DE JANEIRO - CIRCUNCISÃO DO SENHOR (OITAVA DO NATAL)


 
Postado por Elias, O Profeta

A liturgia deste dia celebra três festas. A primeira é que os antigos sacramentários designavam sob o título de Oitava do Senhor. É realmente, na sua maior parte uma missa de oitava a missa celebrada hoje.
Celebrava-se outrora na basílica de Santa Maria Maior uma segunda missa em honra da Mãe de Deus. Resta dela um vestígio nas orações da missa, retiradas da missa votiva de Nossa Senhora. São particularmente belas as antífonas de vésperas e a preferência por elas dadas a Santíssima Virgem revela a delicada atenção da Igreja em reconhecer quanto deve a mãe do Senhor.

 
Finalmente a terceira festa é a da Circuncisão celebrada desde o século VI. Moisés impunha este rito de purificação a todos os varões israelitas no oitavo dia depois do nascimento. Era uma figura do batismo pelo qual o homem havia de ser espiritualmente circuncidado "pela extirpação dos vícios, e julgado digno do olhar do Senhor"(Santo Ambrósio).

 
Evangelho da Festa:

Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele Tempo: Depois que se completaram os oito dias para ser circuncidado o Menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes que fosse concebido no ventre materno.

(Fonte Missal Quotidiano - Dom Gaspar Lefebvre - 1957)

SOLENIDADE DA CIRCUNCISÃO DO SENHOR (OITAVA DO NATAL)


Postado por Elias, O Profeta






A liturgia deste dia celebra três festas. A primeira é que os antigos sacramentários designavam sob o título de Oitava do Senhor. É realmente, na sua maior parte uma missa de oitava a missa celebrada hoje.




Celebrava-se outrora na basílica de Santa Maria Maior uma segunda missa em honra da Mãe de Deus. Resta dela um vestígio nas orações da missa, retiradas da missa votiva de Nossa Senhora. São particularmente belas as antífonas de vésperas e a preferência por elas dadas a Santíssima Virgem revela a delicada atenção da Igreja em reconhecer quanto deve a mãe do Senhor.




Finalmente a terceira festa é a da Circuncisão celebrada desde o século VI. Moisés impunha este rito de purificação a todos os varões israelitas no oitavo dia depois do nascimento. Era uma figura do batismo pelo qual o homem havia de ser espiritualmente circuncidado "pela extirpação dos vícios, e julgado digno do olhar do Senhor"(Santo Ambrósio).




Evangelho da Festa:


Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas: Naquele Tempo: Depois que se completaram os oito dias para ser circuncidado o Menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes que fosse concebido no ventre materno.


(Fonte Missal Quotidiano - Dom Gaspar Lefebvre - 1957)