quinta-feira, 30 de junho de 2011

01º de Julho - (Festa Móvel) SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS






Elias, O Profeta

Nos séculos XVI e XVII o protestantismo e o Jansenismo procuravam deformar ou mesmo abolir por completo um dos dogmas essenciais do cristianismo - o amor de Deus aos homens. Era pois necessário que o Espírito de amor que orienta a Igreja, encontrasse meio novo de se opor à heresia nascente, por que a esposa de Cristo, longe de ver diminuir o seu amor a Jesus Cristo, o sentisse crescer cada vez mais. Foi então que apareceram os grandes precursores do novo culto ao Coração de Jesus, já precedidos na Idade Média pelas grandes figuras beneditinas de Gertrudes e Matilde. São João Eudes foi o primeiro a lançar o grito de alerta contra os perigosos e subversivos discípulos de Jansénio e instituiu em 1670 a missa e o ofício do Sagrado Coração de Jesus para uso particular da congregação que fundara. Pouco depois, em 1675, escolheu a providência uma filha espiritual de São Francisco de Sales, Santa Margarida Maria Alacoque, a qual Jesus mostrou o seu Coração em Paray Le Monial no segundo domingo depois de Pentecostes e pediu que estabelecesse uma festa do Sagrado Coração de Jesus na primeira sexta-feira depois deste mesmo domingo. Em 1765, Clemente XIII aprovou a festa e o ofício do Sagrado Coração e em 1856 o Papa Pio IX estendeu-a à Igreja universal. Em 1929, Pio XI compôs missa e Ofício novos para esta festa.

Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo São João: Naquele tempo:
Os judeus temeram que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque já era a Preparação e esse sábado era particularmente solene. Rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados.
Vieram os soldados e quebraram as pernas do primeiro e do outro, que com ele foram crucificados.
Chegando, porém, a Jesus, como o vissem já morto, não lhe quebraram as pernas,
mas um dos soldados abriu-lhe o lado com uma lança e, imediatamente, saiu sangue e água.
O que foi testemunha desse fato o atesta (e o seu testemunho é digno de fé, e ele sabe que diz a verdade), a fim de que vós creiais.
Assim se cumpriu a Escritura: Nenhum dos seus ossos será quebrado (Ex 12,46).
E diz em outra parte a Escritura: Olharão para aquele que transpassaram (Zc 12,10).


Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.

Suávi jugo tuo domináre, Dómine, in médio inimicórum tuórum

Retirados em Los Angeles cartazes que denunciavam abortos (ACI)

Cartazes a favor da vida - imagem ACI Digital
WASHINGTON DC, 28 Jun. 11 / 07:39 am (ACI/EWTN Noticias)

Alfonso Aguilar, presidente da Associação Latina para os Princípios Conservadores, denunciou que a pressão de grupos abortistas obteve a retirada em Los Angeles (Estados Unidos) de três anúncios publicitários “que durante a última semana revelaram a verdade sobre o aborto na comunidade latina”.

O grupo Latinas da Califórnia pela Justiça Reprodutiva foi o que liderou a pressão sobre a companhia CBS Outdoor, proprietária dos anúncios, A diretora do grupo que demandou a retirada dos cartazes pró-vida, Marisol Franco, qualificou a campanha de “ataque racista e sexista contra as latinas”.

Entretanto, a mensagem que continham os anúncios era a silhueta de uma criança, a fotografia de bebês e a de uma mulher grávida, com a frase “o lugar mais perigoso para um latino é o ventre de sua mãe” escrita em inglês e espanhol.

Aguilar explicou que o objetivo era informar o público que as organizações abortistas se enfocam nas mulheres de grupos minoritários. Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC), 22 por cento dos 1.3 milhões de abortos que realizados anualmente nos Estados Unidos são feitos em mulheres latinas.

“Da mesma forma que (sucedeu) a uma campanha similar em Nova Iorque (onde também retiraram os pôsteres), os ativistas pró-aborto estão buscando desesperadamente encobrir que a Planned Parenthood se enfoca nas minorias, o que silencia a liberdade de expressão”, advertiu.
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=22082

Paquistão: a ONU deve intervir no caso da cristã forçada a converter-se ao Islã (ACI)

Maomé um dos Falsos Profetas que Cristo advertiu
que iria arrastar milhares a condenção
eterna
Roma, 16 Jun. 11 / 01:56 pm (ACI)

O Observador Permanente da Santa Sé perante a ONU em Genebra (Suíça), Dom Silvano Tomasi, disse que seria apropriada uma intervenção do Alto Comissariado da ONU para os Direitos humanos no caso da cristã Farah Hatim, seqüestrada e forçada a converter-se ao Islã no Paquistão, pois foi violado seu direito à liberdade religiosa.

Em entrevista publicada esta quarta-feira, o Prelado disse à agência Fides que o caso do Farah "é um dos muitos registrados pela mídia ou por comunicações diretas de famílias ou Igrejas locais do Paquistão: são casos de jovens cristãs sequestradas, obrigadas a se casar, a renunciar à sua fé e islamizadas forçadamente ".

"Segundo a experiência, são violados os direitos humanos, a liberdade de consciência e de religião. Trata-se de um abuso da mais ampla liberdade pessoal, a liberdade de poder decidir como viver a própria vida", afirmou Dom Tomasi.

O prelado afirmou que "quando se verificam perseguições contra minorias religiosas, cristãs ou de outras crenças, é importante que seja colocada à disposição do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos uma documentação detalhada. De acordo com o seu mandato, esta entidade deveria abrir um inquérito oficial".

Dom Tomasi indicou que algumas ONGs católicas creditadas à ONU já estão preparando um relatório sobre o caso de Farah Hatim. "É fundamental a solidariedade com os cristãos que sofrem por sua fé", afirmou.

O bispo também pediu aos meios de comunicação ocidentais que não sejam indiferentes ante os abusos contra as minorias religiosas como ocorre no Paquistão, que não encontram "uma forma adequada de proteger seus direitos" devido ao fato que o sistema judicial não funciona corretamente.

Nesse sentido, disse que a lei de blasfêmia “é uma questão dolorosa no que diz respeito à liberdade religiosa no Paquistão”. Indicou que inclusive os muçulmanos a consideram injusta e que o Ministro Federal das minorias religiosas, Shabhaz Bhatti, foi assassinado por querer modificá-la. "Tentar modificar esta lei, para as comunidades cristãs que são suas principais vítimas, é uma exigência prioritária", acrescentou.

“Além disso, é preciso favorecer um sistema educativo marcado pelo respeito pelo próximo, como requisito para criar uma sociedade de convivência e de paz", acrescentou.

Trabalho do Vaticano

Dom Tomasi explicou que a Santa Sé, através da diplomacia multilateral no Conselho das Nações Unidas para os Direitos humanos, busca "manter em evidência estas questões e ampliar sempre mais as perspectivas" e mostrar "a religião não é sempre fonte de conflito, mas tem em suas bases princípios fundamentais" que podem ajudar à convivência pacífica.

"A liberdade de religião, o direito de mudar de religião e o respeito das minorias são exigências indiscutíveis. Esperamos que as mudanças que estão se verificando no Norte da África e no Oriente Médio levem a uma maior abertura das sociedades envolvidas, deem esperança a seus povos e garanta uma vida mais digna e livre para todos, inclusive aos cristãos do Paquistão ", afirmou o arcebispo.
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=22001

quarta-feira, 29 de junho de 2011

29 DE JUNHO - FESTA DOS SANTOS APÓSTOLOS PEDRO E PAULO - COLUNAS DA IGREJA UNA, SANTA CATÓLICA E APOSTÓLICA






Elias, O Profeta

Toda a Igreja está em festa neste dia "consagrado pelo martírio dos Apóstolos Pedro e Paulo". Nas duas grandes basílicas que se elevam em Roma sobre o túmulo destes dois príncipes " que pela cruz e pela espada conquistaram lugar de honrar no senado da vida eterna" celebrava-se outrora um duplo sacrifício. Mais tarde, por causa da grande distância que separava as duas Igrejas cindiu-se a festa e consagrou-se o dia 29 especialmente a São Pedro e o dia 30 a São Paulo. A missa de hoje dá particular relevo às prerrogativas de São Pedro, a proteção especialíssima que Deus lhe dispensou e a confiança que a Igreja deposita na intercessão dos dois grandes apóstolos a quem deve a origem. Ao cantar "tu é Petrus" sabem todos que as prerrogativas do príncipe dos apóstolos continuam na pessoa dos pontífices, sucessores dele e da sede de Roma e que pode confiar numa providência particularíssima de Deus sobre o vigário de Cristo, o qual preside na hora atual os destinos da Igreja.


Celebremos pois com grande alegria a festas destas duas colunas da nossa amada Igreja católica. Neste momento em que a Igreja e o mundo ocidental passam por uma crise terrível de fé, moral e ética, não podemos nos desanimar e ser levados por correntes contrária a fé que o próprio Deus nos depositou. Muitos são os ataques à Igreja de Cristo na Terra. Recordo-vos pois que estes ataques acompanham a Igreja desde sua origem à dois mil anos atrás. Atacaram e continuam atacando a divindade de Cristo, a virgindade perpétua da santíssima Virgem e muitas outras verdades de fé, que a Igreja para preservar a pureza de sua doutrina teve que organizar Concílios durante estes vinte séculos de cristianismo. Os ataques chegam a tamanho absurdo que muitos dizem que o Papa não é uma hierarquia instituída pelo Senhor negando pois a passagem do evangelho "Tu és Pedro e sobre esta pedra erguerei a minha Igreja, e as portas do inferno jamais prevalecerão contra ela. Te dou as chaves do reino dos Céus, tudo o que ligares na terra será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16,18-19). Meus caros irmãos, poderia citar muitas outras passagens em que Jesus colocou São Pedro em uma posição Hierárquica acima dos demais apóstolos mudando o nome do apóstolo Simão para Pedro (Céfas que significa rocha). Preferível é, pois, confiar os que estão nas trevas do erro nas mãos do Espírito Santo. Deus nosso Senhor continue iluminando sua Igreja para que seja a porta do céu de seu reino aos homens. Amém.








Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.

CATECISMO ROMANO - "Um só seu filho"

São mais profundos ainda os mistérios que esta palavra nos propõe a respeito de Jesus. Levam aos fiéis a acreditar que realmente é o filho de Deus, o verdadeiro Deus como o Pai, que o gerou desde toda a eternidade. Além disso, confessamos que é a segunda pessoa da Santíssima Trindade, perfeitamente igual às duas outras pessoas divinas. Nenhuma desigualdade ou diferença pode haver, ou imaginar-se nas três pessoas divinas, porque em todas elas reconhecemos a existência de uma só natureza, de uma só vontade e de um só poder.

Esta verdade se nos atola em muitos lugares da sagrada escritura. O mais claro, todavia, é o testemunho de São João: "No princípio era o Verbo, e o verbo estava junto de Deus".

Ouvindo, porém, que Jesus é o Filho de Deus, não se deve imaginar algo de terreno ou mortal em sua geração. O ato pelo qual o Pai gera ao filho desde toda a eternidade, não podemos absolutamente perceber com a inteligência, e muito menos compreendê-lo de maneira adequada. Devemos, entanto, acreditá-lo com firmeza, e adorá-lo com maior devoção de nossa alma. Como que arrebatados de admiração pelo mistério, cumpre-nos exclamar com o Profeta: "Quem poderá sua Geração?" (Isaías 53,8).

Deve crer-se, portanto, que o filho tem a mesma natureza, o mesmo poder, a mesma sabedoria que o Pai, conforme o confessamos mais explicitamente no Sínodo de Nicéia: "E em Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado não criado, da mesma substância de Deus Pai, e na qual todas as coisas foram feitas."

De todas as comparações feitas, para explicar o modo e a razão de ser desta geração eterna, nenhuma parece ser tão próxima da realidade, como aquela que se tira da formação do pensamento em nosso espírito. Por isso, São João dá o nome de Verbo ao Filho de Deus (Jo 1,1).

Como nossa mente, reconhecendo-se até certo grau, concebe uma imagem de si mesma, que os teólogos chamam de "Verbo"; assim também, quanto as coisas humana podem comparar-se com as divinas, Deus, reconhecendo-se a si mesmo, gera o Verbo Eterno.

No mais, é preferível comtemplar simplesmente o que a fé nos propõe, e crer e confessar, com sinceridade, que Jesus é verdadeiro Deus e Verdadeiro homem. Como Deus, foi gerado pelo Pai antes de todos os séculos; como o homem, nasceu no tempo, de sua Mãe a Virgem Maria.

Postos que nele se deve admitir um duplo nascimento, cremos todavia que é um só filho. Sendo, pois, uma só pessoa, na qual se unem as naturezas divinas e humanas.

Da parte da geração divina, Cristo não tem irmãos e nem co-herdeiros, visto ser ele o filho único de Deus Pai, enquanto nós homens somos apenas uma formação e obra de suas mãos.

Se entanto considerarmos sua origem humana, que não só dá a muitos o nome de irmãos, mas os trata realmente como tais, para que com ele alcance ao mesmo tempo a glória da herança paterna. São os que pela fé receberam Cristo Nosso Senhor, e por obras de caridade comprovam a fé que professam de boca. Eis porque o apóstolo lhe chama: "Primogênito entre muitos irmãos"(Rom 8,29).

(Fonte: Catecismo da Igreja Católica - Ed. Vozes - 1962)

terça-feira, 28 de junho de 2011

Advertem perigo de novo etnocidio no Sudão (ACI)

Dom Macram Max Gassis - Imagem ACI
KONIGSTEIN, 21 Jun. 11 / 01:28 pm (ACI)

O Bispo de Obeid (Sudão), Dom Macram Max Gassis, advertiu que existe o risco de um novo etnocidio na região do sul de Kordofan, localizado no centro do país africano.

Conforme informou na sexta-feira a Associação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o Prelado indicou que os mais afetados são os nuba –muçulmanos e cristãos–, que são tratados como pessoas de segunda classe.

Dom Gassi denunciou que o detonante foi o ataque do exército sudanês contra Kadugli, a capital do sul de Kordofan, no começo do mês de junho com o objetivo de destruir igrejas e centros paroquiais cristãos.

"Os observadores falam de uma ação com um objetivo preestabelecido e de limpezas étnicas. Está claro que o Governo de Jartum (Sudão), quer gerar fatos", indicou a AIS.

Em janeiro, o sul do Sudão votou em um referendum a favor de uma independência que entrará em vigor no dia 9 de julho de 2011. Entretanto, o sul de Kordofan é, junto a Abyei e Nilo Azul, uma das três regiões fronteiriças cuja condição ainda não está esclarecida.

A AIS indicou que a população dos Montes Nuba do sul de Kordofan quer pertencer ao sul.

O Papa Bento XVI declararia o 2012 como "Ano da Fé", afirma vaticanista (ACI)

Papa Bento XVI - Imagem ACI Digital
Roma, 24 Jun. 11 / 12:09 pm (ACI/EWTN Noticias)

O jornalista e vaticanista francês Antoine-Marie Izoard afirmou que o Papa Bento XVI poderia declarar o ano 2012 como o "Ano da Fé" ao comemorar os 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II e os 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica.

Em um artigo publicado este 22 de junho no novo serviço do jornal italiano La Stampa, "Vatican Insider", o vaticanista recorda que o Papa já dedicou encíclicas a duas das três virtudes teologales: à caridade, "Caritas in veritate", e à esperança "Spe Salvi", por isso em “imaginar que o Papa teólogo esteja atualmente terminando um texto magisterial sobre a fé há um só passo".

Izoard considera que o 2012 "poderia ser proclamado como o Ano da Fé na Igreja universal. Dado que houve um Ano Paulino para celebrar os dois mil anos do nascimento do Apóstolo dos gentis, e um Ano Sacerdotal por ocasião do 150º aniversário da morte do Cura D’Ars, a Igreja poderia logo ingressar em um ano de Fé".

Para o vaticanista francês este ano se apoiaria principalmente no 20º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica, "uma obra importante que Joseph Ratzinger conhece bem, quem, como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé nesse momento, supervisou sua escritura durante seis anos".

Izoard indica logo que este Ano da Fé deveria contar com um jubileu. A data, indica, seria em outubro de 2012, quando os bispos de todo o mundo se reunirão em torno do Papa para o Sínodo sobre a nova evangelização.

Em distintas ocasiões o Santo Padre ressaltou a necessidade de voltar a apresentar a fé aos homens e mulheres de hoje. Durante sua recente visita San Marino, lamentou o fato de que muitos "começaram a substituir a fé e os valores cristãos por supostas riquezas, que se revelam, ao final, inconsistentes e incapazes de sustentar a grande promessa do verdadeiro, do bom, do belo e do justo".

Uma semana antes, em Roma, na inauguração do Congresso diocesano na Basílica de São João de Latrão, o Papa tinha advertido que "a palavra da fé corre o risco de ficar muda se não encontrar uma comunidade que a ponha em prática, dando-lhe vida e atrativo".
Antoine-Marie Izoard dirige desde 2005 a agência de imprensa I Media in Roma. Foi durante um período diretor de comunicação da diocese de Bordeaux e por 6 anos jornalista da Rádio Vaticano. Colabora com outras agências de imprensa internacionais, rádio, semanais e cadeias de televisão franceses.

Igreja em Cuba aceitou estar no "olho do furacão" pelos prisioneiros de consciência (ACI)

Ditador socialista Fidel Castro
HAVANA, 24 Jun. 11 / 11:50 am (ACI/EWTN Noticias)

Orlando Márquez, porta-voz da Arquidiocese de Havana (Cuba) escreveu um artigo no qual assinala que a mediação realizada por representantes da Igreja no país ante o governo de Raul Castro para libertar mais de 100 prisioneiros de consciência, "não foi uma mediação neutra, mas comprometida, que tomou riscos e aceitou estar no olho do furacão".

No artigo publicado em 22 de junho, em um adiantamento do número deste mês da revista "Palabra Nueva" da Arquidiocese de Havana, Márquez recordar o papel da Igreja no país neste processo de mediação que teve início em maio de 2010 quando as Damas de Branco –organização que agrupa as esposas e parentes dos prisioneiros de consciência– se reuniram com o Cardeal Jaime Ortega.

Quando a Igreja aceita ser mediadora ante o governo, diz Orlando Márquez, vê-se ante uma dupla situação: por um lado as Damas de branco "demandavam reunificação familiar, enquanto seus familiares detentos reclamavam mudanças políticas. As autoridades reconheceram o primeiro e não o segundo".

Portanto, precisa o porta-voz da Arquidiocese de Havana, "em nenhum momento foi exposta a possibilidade de uma mediação entre as autoridades e seus opositores, pois não houve reconhecimento nem comunicação mútuos. Seja pelas razões que forem, e não é necessário indicá-las aqui, esse dia não chegou".

"Esperar ou demandar que a Igreja levasse à ‘mesa de negociações’ os opositores às autoridades resultava improcedente neste processo. Negociação é um termo que define outra manifestação. A negociação é o processo pelo qual as partes em conflito procuram resolver suas diferenças, reconhecem-se mutuamente, e o fazem sem necessitar a mediação de terceiros".

Orlando Márquez assinala logo que "entretanto, o que a Igreja tem feito durante muitos anos, é expressar sua convicção de que é necessário escutar a todos os que em Cuba manifestam interesse em contribuir com idéias e esforços pelo bem do país".
O que as Damas de branco solicitaram concretamente foram três coisas, explica Márquez, aproximar os detentos dos seus lugares de residência, pois alguns cumpriam sanção em províncias longínquas; liberar o antes possível os que estavam mais doentes, começando pelo detento Ariel Sigler Amaya; e permitir que seus seres queridos saíssem de Cuba, ainda que fossem sozinhos, pois era preferível a tê-los na prisão.

Em 19 de maio o Cardeal expôs estes pedidos ao governo de Raúl Castro que acolheu favoravelmente o pedido, com o qual "algo inédito e novidadeiro começava a tomar forma em Cuba".

As libertações começaram no dia 1 de junho e dias depois aparece a proposta da Espanha para acolher os libertos que quisessem ir para lá. Ao final do processo, o governo solta um total de 126 prisioneiros, 114 dos quais viajaram à Espanha com familiares (a eles se acrescentou outro que já estava em licença extra-penal), somando perto de 800 pessoas.

Orlando Márquez explica também que o Cardeal Ortega falou pessoalmente com cada um dos prisioneiros e os abençoava se desejavam ir à Espanha, mas "nunca tentou convencer a ninguém a emigrar. Dos 52 (iniciais), só 12 disseram que não desejavam viajar à Espanha, e permanecem em Cuba".

"Uns poucos perguntaram se viajar era uma condição para sair do cárcere, aos quais o cardeal respondia que não, e assegurava-lhes que seriam soltos posteriormente, como ocorreu".

"Aqueles que aceitavam viajar, eram conduzidos a um lugar e seus familiares a outro, separados, enquanto se procedia com os trâmites migratórios, nos quais a Igreja não teve participação alguma".

Ao chegar ao aeroporto, prossegue Márquez, esperavam-nos funcionários da Embaixada e Consulado espanhóis que perguntavam aos ex-detentos "se saíam de Cuba por vontade própria e se este era o caso pediam que assinassem uma declaração de conformidade, pois a Espanha não aceitava transladar ninguém à força. Todos deram seu consentimento e assinaram".

Por essa razão, precisa, "é incorreto afirmar que foram forçados ao exílio, ou obrigados a viajar como condição para não seguir na prisão. Mais incorreto ainda é dizer que o governo cubano e a Igreja se aliaram para desterrar a estas pessoas. A melhor prova contra esta afirmação, possivelmente, sejam os doze que decidiram permanecer em Cuba".

Ao final explica o porta-voz da Arquidiocese de Havana, "por incrível que parecesse com o início, cumpriu-se precisamente o que pediram as mulheres que se reuniram com o cardeal Ortega no dia 1 de maio de 2010. E os governos de Cuba e da Espanha ultrapassaram aqueles pedidos".

Márquez admite logo que "a mediação da Igreja, concretizada nas libertações, não foi a solução ideal. Seu propósito era obter, mediante o diálogo, uma saída para a grande tragédia destas famílias".

"Não há solução ideal em um conflito prolongado e que implicou tantas pessoas localizadas nas mais distintas posições, com critérios diferentes muitas vezes, em meio de debates e pressões políticas de alcance nacional, regional e global".
Um dos milhares de prisioneiros políticos em Cuba

Mas é bom dizer também que "não foi uma mediação neutra,mas comprometida, que tomou riscos e aceitou estar no olho do furacão, tendo para todos, de um lado e do outro, um olhar pastoral e caridoso, a caridade certa que tudo crê, tudo espera e tudo suporta. A caridade que nunca passará, e permanece viva e disposta para toda oportunidade que a reclame".

Orlando Márquez recorda ademais que "as leis que levaram estas pessoas ao cárcere permanecem vigentes. Agora, ou em um futuro não longínquo, é necessário que o país finalmente obtenha um espaço no qual as diferentes opiniões, interesses e critérios, possam encontrar-se e fundir-se em um projeto comum e universal próprio, não amarrado a interesses estrangeiros".

Então, talvez, conclui o porta-voz da Arquidiocese de Havana, "não seria tão necessária a mediação, pois estaríamos na presença de uma sociedade renovada que busca, mediante processos francos e responsáveis por negociação, converter-se na próspera e vigorosa sociedade de todos. Tal negociação ainda não foi programada, nem se vislumbra no horizonte, mas deve ser um propósito".

Nossa Senhora da Caridade de Cuba, padroeira da Ilha Caribenha
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=22059

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Cardeal Scherer critica desrespeito à fé católica na parada gay em São Paulo (ACI)

Deboche e falta de respeito na Parada Gay contra a Igreja
SÃO PAULO, 27 Jun. 11 / 12:55 pm (ACI)

Em declarações ao jornal o Estado de São Paulo, arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, classificou como uma manifestação “infeliz, debochada e desrespeitosa” os cartazes com imagens de santos católicos ao longo da Avenida Paulista durante a 15ª Parada Gay recomendando o uso do preservativo para as relações homossexuais. Para o cardeal-arcebispo, o “uso instrumentalizado” das imagens por parte da organização do evento “ofende os próprios santos e os sentimentos religiosos do povo”.

Segundo explica a nota do Estadão “em 170 cartazes distribuídos em postes por todo o trajeto, 12 modelos masculinos, representando ícones como São Sebastião e São João Batista, apareciam seminus ao lado das mensagens: "Nem Santo Te Protege" e "Use Camisinha".

Diante deste fato, o cardeal Scherer afirmou que “a associação das imagens de santos para essas manifestações da Parada Gay, a meu ver, foi infeliz e desrespeitosa. É uma forma debochada de usar imagens de santos, que para nós merecem todo respeito”.

“Vamos refletir sobre medidas cabíveis para proteger nossos símbolos e convicções religiosas. Quem deseja ser respeitado também tem de respeitar”, acrescentou o arcebispo.

Dom Odilo ressaltou que "o uso desrespeitoso da imagem dos santos populares ofende os próprios santos e os sentimentos religiosos do povo".
Pastoras protestantes lésbicas que lideraram Parada Gay
Para o cardeal, afirma a nota do Estado de São Paulo, a organização da parada gay pregou os cartazes “provavelmente” para atingir a Igreja Católica “porque a Igreja tem manifestado sua convicção sobre essa questão e a defende publicamente.”

Dom Scherer manifestou sua posição contrária ao slogan escolhido pela organização da Parada, “Amai-vos uns aos outros” (tomado do Evangelho de São João).
“Jesus recomenda “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei”. O uso de somente parte dessa recomendação, fora de contexto, em uma Parada Gay, é novamente um uso incorreto, instrumentalização da palavra de Jesus”, esclareceu o Cardeal.

“Instrumentalizar essas palavras sagradas para justificar o contrário do que elas significam é profundamente desrespeitoso e ofensivo, em relação àquilo que os cristãos têm como muito sagrado e verdadeiro”, afirmou também Dom Odilo.

Antes do desfile homossexual do domingo, decorrido em meio do caos gerado por arrastões, denúncias de roubos e participantes apreendidos com drogas, o Cardeal arcebispo de São Paulo, em um artigo intitulado “Homem e Mulher ele os criou”, afirmou que a Igreja Católica “vê com preocupação a crescente ambiguidade quanto à identidade sexual, que vai tomando conta da cultura”.

“Não é possível que a natureza tenha errado ao moldar o ser humano como homem e mulher. Isso tem um significado e é preciso descobri-lo e levá-lo a sério”, afirmava Dom Odilo.

“Para quem deseja a verdade e busca conformar sua vida ao desígnio de Deus, permanece o convite a se deixar conduzir pela luz da Palavra de Deus e pelo ensinamento da Igreja também no tocante à moral sexual. O 6º mandamento da Lei de Deus (“não pecar contra a castidade”) não foi abolido e significa, positivamente, viver a sexualidade de acordo com o desígnio de Deus”, concluía Dom Odilo no seu artigo publicado no dia 21 de junho no Jornal Arquidiocesano O São Paulo.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=22070

Diz o Código Penal Brasileiro:



Art. 208

- Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função
religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar
publicamente ato ou objeto de culto religioso:
Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa.
Parágrafo único - Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço,
sem prejuízo da correspondente à violência.

O que mostra que as lei do Brasil estão sendo desrespeitada a favor de um grupo. Uma coisa é não concordar com as idéias da Igreja, já que ninguém é obrigado a ser católico. Outra coisa é escarnecer, debochar e ridicularizar a religião e o sentimento religioso como foi promovido na parada gay de São Paulo. Lamentável esta situação atual e gostariamos de saber se os idelializadores do movimento serão denunciados pelo ministério público ou o governo vai cruzar os braços novamente e fingir que não viu nada!



Católicos acordem!

27 de Junho – Nossa Senhora do Perpétuo Socorro


Na ilha de Creta havia um quadro da Virgem Maria muito venerado devido aos estupendos milagres que operava. Certo dia, porém, um rico negociante, pensando no bom preço que poderia obter por ele, roubou-o e levou-o para Roma. Durante a travessia do Mediterrâneo, o navio que transportava a preciosa carga foi atingido por terrível tempestade, que ameaçava submergi-lo. Os tripulantes, sem saber da presença do quadro, recorreram a Virgem Maria. Logo a tormenta amainou, permitindo que a embarcação ancorasse, sendo salva num porto italiano. Algum tempo depois o ladrão faleceu e a Santíssima Virgem apareceu a uma menina, filha da mulher que guardava a pintura em sua casa, avisando que a imagem de Santa Maria do Perpétuo Socorro deveria ser colocada numa igreja.
O milagroso quadro foi então solenemente entronizado na capela de São Mateus, em Roma, no ano de 1499, e aí permaneceu recebendo a homenagem dos fiéis durante três séculos, até que o templo foi criminosamente destruído. Os religiosos se dispersaram e a santa caiu no esquecimento. Finalmente em 1866 a milagrosa efígie foi conduzida triunfalmente ao seu atual santuário por ordem do Santo Padre, que recomendou aos filhos de Santo Afonso de Ligório: - "Fazei que todo o mundo conheça o Perpétuo Socorro".


Preparação para a Morte: Tudo se acaba com a morte

PONTO II
Achando-se Filipe II, rei de Espanha, às portas da morte, mandou vir seu filho à sua presença e, abrindo o mando real com que se cobria, mostrou-lhe o peito já roído de vermes, dizendo: Príncipe, vede como se morre e como se acabam todas as grandezas deste mundo. Foi com razão que Teodoreto disse que a morte não teme riquezas, nem poder, nem púrpura; e que tanto os vassalos como os príncipes se tornam presa de corrupção. Assim, todo aquele que morre, ainda que seja príncipe, nada leva consigo ao túmulo. Toda a sua glória acaba no leito mortuário (Sl 48,18).
Refere Santo Antônio que, na morte de Alexandre Magno, exclamara um filósofo: “Aí está quem ontem calcava a terra aos pés; hoje é pela terra oprimido.

Ontem cobiçava a terra inteira; hoje basta-lhe um espaço de sete palmos. Ontem dirigia exércitos inume-ráveis através do mundo; hoje uns poucos coveiros o levam ao túmulo”. Mas escutemos, antes de tudo, o que disse o próprio Deus: “Por que se ensoberbece o pó e a cinza?” (Eclo 10,9). Homem, não vês que és pó e cinza, de que te orgulhas? Para que te serve consumir teus anos e teu espírito em adquirir grande-zas deste mundo? Virá a morte e então se dissiparão todas essas grandezas e todos os teus projetos (Sl 145,4).
Quão preferível foi a morte de São Paulo Eremita, que viveu sessenta anos em uma gruta, à de Nero, imperador de Roma! Quanto mais feliz a morte de São Félix, simples frade capuchinho, do que a de Henrique VIII, que passou sua vida entre as pompas reais, mas sendo inimigo de Deus! É preciso conside-rar, porém, que os Santos, para alcançar morte se-melhante, abandonaram tudo: pátria, delícias e quan-tas esperanças o mundo lhes oferecia, para abraça-rem vida pobre e menosprezada.
Sepultaram-se em vida sobre a terra, para não serem sepultados no inferno depois da morte. Como, porém, os mundanos podem esperar morte feliz, vi-vendo, como vivem, em pecados, prazeres terrestres e ocasiões perigosas? Deus preveniu os pecadores que na hora da morte o procurarão e não o hão de achar (Jo 7,34). Disse que então já não será tempo de misericórdia, mas sim de justa vingança (Dt 21 32,15).
A razão nos ensina esta mesma verdade, porque, na hora da morte, o mundano se achará fraco de es-pírito, obscurecido e duro de coração pelos maus há-bitos que contraiu; as tentações então manifestar-se-ão mais violentas, e ele, que em vida se acostumou a render-se e a deixar-se vencer, como resistirá naque-le transe? Seria necessária uma graça extraordinária e poderosa para lhe transformar o coração. Mas será Deus obrigado a lha conceder? Ou talvez a mereceu pela vida desordenada que levou? E, no entanto, tra-ta-se nessa ocasião da desdita ou da felicidade eter-na. Como é possível, ao pensar nisto, que aquele que crê nas verdades da fé não renuncie a tudo para en-tregar-se inteiramente a Deus, que nos julgará se-gundo nossas obras?

AFETOS E SÚPLICAS

Ah, Senhor! quantas noites passei sem vossa graça! Em que estado miserável se achava então a minha alma! Vós a odiáveis, e ela queria vosso ódio! Estava condenado ao inferno; só faltava executar a sentença.
Meu Deus, dignastes aproximar-vos de mim, inci-tando-me ao perdão. Mas quem me assegurará que agora já me haveis perdoado? Ó meu Jesus, devo viver nesse receio até que venhais julgar-me? Contu-do, a dor que sinto de vos ter ofendido, meu desejo de amar-vos e sobretudo vossa Paixão, é Redentor

meu, dão-me a confiança de que me acho em vossa graça. Arrependo-me de vos ter ofendido, ó Soberano Bem, e amo-vos sobre todas as coisas. Prefiro perder tudo a perder a vossa graça e o vosso amor. Quereis que sinta alegria o coração que vos procura (1Cr 16,10). Detesto, Senhor, as injúrias que vos fiz; inspi-rai-me confiança e coragem. Não me lanceis em ros-to minha ingratidão, que eu mesmo reconheço e de-testo. Dissestes que não quereis a morte do pecador, mas que se converta e viva (Ez 33,11). Pois bem, meu Deus, eu renuncio a tudo e me converto a vós: é a vós a quem procuro, a vós a quem eu quero, a vós a quem eu amo sobre todas as coisas.
Dai-me vosso amor e nada mais vos peço.
Ó Maria, que sois minha esperança, alcançai-me a santa perseverança.

Fonte: Preparação para a Morte - Santo Afonso Maria de Ligório - Considerações sobre as verdades eternas - Tradução de Celso de Alencar - Versão PDF de FL. Castro - 2004

MUDANÇAS NO BLOG EM DEFESA DA SANTA FÉ EM AGOSTO!!!

A fé (Giotto)
OCORRERÁ ALGUMAS MUDANÇAS NO BLOG EM AGOSTO. AS MUDANÇAS COMEÇAM NO PRIMEIRO DOMINGO DE AGOSTO "DIA DO SENHOR". A SEQUÊNCIA DAS POSTAGENS SERÃO ALTERADAS E ALGUMAS SERÃO INCLUÍDAS PARA MAIOR INSTRUÇÃO DOS FIÉIS!


SEGUE A SEQUÊNCIA:


DOMINGO - SERMÕES SOBRE A MISSA DOMINICAL(NOVO)


SEGUNDA - AULA DE LITURGIA(NOVO)

TERÇA - PREPARAÇÃO PARA A MORTE DE SÃO LUIZ MARIA e depois A FÉ NO MUNDO ATUAL (NOVO)


QUARTA - CATECISMO ROMANO - Será revisado e sua linguagem alterada e com uma conclusão final


QUINTA - SANTO OFÍCIO - Com a intenção de defender a fé católica de falsas acusações de seus inimigos, hereges, infiéis, ateus, agnóstico e etc. (NOVO)


SEXTA - SEXTA-FEIRA DA CRUZ DE NOSSO SENHOR E POSTERIORMENTE TEOLOGIA ASCÉTICA E MÍSTICA (NOVO)

SÁBADO - NOSSA SENHORA DO SÁBADO E ÀS 15H POSTAGEM REFERENTE AO DOMINGO


SEQUÊNCIA DAS POSTAGENS NÃO FIXAS


FESTAS DE SANTOS


SOLENIDADES DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E DA VIRGEM SANTÍSSIMA


NOTÍCIAS, O MUNDO, O BRASIL

EDITORIAL - SERÁ SEMPRE NO FINAL DO MÊS


COMO SE PODE OBSERVAR NOSSO BLOG FICARÁ MAIS RICO E MAIS ATRATIVO E A LINGUAGEM ADOTADA EM ALGUMAS POSTAGENS SERÁ CORRIGIDA E FACILITADA PARA UMA MELHOR APRENDIZAGEM.


EM JESUS COM MARIA DESEJO A TODOS ÓTIMAS AULAS!


OBS. SOU O MESMO PROFETA ELIAS QUE PUBLICAVA NO BLOG "PRECIOSO DEPÓSITO" PORÉM FIQUEI AFASTADO MAS ESTOU DE VOLTA.

sábado, 25 de junho de 2011

II Domingo Depois de Pentecostes: "Trazei aqui os pobres, os estropiados..." (Ev.)

Elias, O Profeta

A Igreja fixou a celebração da festa do Corpo de Deus na quinta-feira que segue o primeiro domingo depois de pentecostes. Uma coincidência feliz colocou-a entre os dois domingos em que a epístola e o evangelho falam sobre a misericórdia divina e do dever da caridade fraterna que daí deriva para todos os homens. No evangelho do segundo domingo lemos que o reino dos céus é semelhante a um banquete nupcial. E nada pode simbolizar melhor, com efeito, a sagrada eucaristia, que é o banquete por excelência da união das almas com Jesus Cristo, seu esposo, e com todos os membros do corpo místico.

No breviário, a história de Samuel, destinado por Deus para a guarda da Arca do Senhor e sacerdote do Altíssimo, harmoniza-se perfeitamente com a liturgia eucarística. Naquele tempo diz o Breviário, a palavra do Senhor fez-se rara e não havia visões em Israel, porque Heli era orgulhoso e fraco e seus filhos infiéis e desleixados no serviço do Senhor. Então o Senhor manifestou-se a Samuel, menino ainda, e anunciou-lha ainda o castigo destinado a casa de Heli. E não tardou muito que a Arca fosse violada pelos filisteus e que Heli e seus filhos morressem. A censura mais amarga que a Sagrada Escritura repreende Heli é por ter colocado seus interesses particulares e a solicitude das coisas materiais acima do interesse e da solicitude das coisas do espírito.

Comentando a parábola do banquete São Gregório tem observações de fina penetração psicológica, quando, depois de notar que o homem é naturalmente inclinado a arrastar o coração pelas alegrias da terra, constata que, sempre que o faz, não tarda a sentir o tédio; ao passo que basta que prove as do espírito para nunca mais delas se saciar e crescer continuamente em si o desejo delas. Depois continua São Gregório a dizer: Provai e vede como o Senhor é bom. Não lhe podereis conhecer a suavidade se o não provais. Mas tocai com o paladar do coração o alimento da vida, para que, verificando o quanto é bom e suave, o passai realmente amar como convém. O homem quando pecou no paraíso, perdeu o direito e o prazer destas delícias, e saiu de lá, quando fechou a boca ao alimento das suavidades eternas. Donde nascidos neste exílio amargo, viemos já com fastio e ignoramos o que devemos desejar. O que é necessário é escutar o apelo do evangelho de e desprendermo-nos dos bens da terra para nos prendermos aos do Céu.


Evangelho de Domingo:

 Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo São Lucas: Naquele tempo: Disse Jesus aos fariseus a seguinte parábola: Um homem deu uma grande ceia e convidou muitas pessoas.
E à hora da ceia, enviou seu servo para dizer aos convidados: Vinde, tudo já está preparado.
Mas todos, um a um, começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um terreno e preciso sair para vê-lo; rogo-te me dês por escusado.
Disse outro: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te me dês por escusado.
Disse também um outro: Casei-me e por isso não posso ir.
Voltou o servo e referiu isto a seu senhor. Então, irado, o pai de família disse a seu servo: Sai, sem demora, pelas praças e pelas ruas da cidade e introduz aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos.
Disse o servo: Senhor, está feito como ordenaste e ainda há lugar.
O senhor ordenou: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga todos a entrar, para que se encha a minha casa.
Pois vos digo: nenhum daqueles homens, que foram convidados, provará a minha ceia.

Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960

Nossa Senhora do Sábado - Nossa Senhora Auxiliadora

A devoção a Nossa Senhora Auxiliadora, tem seu começo em datas muito remotas, nascida no coração de pessoas piedosas que espalharam ao seu redor a devoção mariana. Assim a Mãe de Deus foi sempre conhecida como condutora da felicidade de todo ser humano. E Maria, sempre esteve junto ao povo, sobretudo do povo simples que não sofre as complicações que contornam e desfazem, muitas vezes, a vida humana, mas que é levado pelas emoções e certezas apontadas pela simplicidade do coração.

Em 1476, o Papa Sisto IV deu o nome de “Nossa Senhora do Bom Auxílio” a uma imagem do século XIV-XV, que havia sido colocada em uma Capelinha, onde ele se refugiou, surpreendido durante o caminho, com um perigoso temporal. A imagem tem um aspecto muito sereno, e o símbolo do ‘auxílio’ é representado pela meiguice do Menino segurando o manto da Mãe.

Os anos foram se sucedendo e o rei Carlo Alberto, foi a cabeça do movimento em prol da unificação da Itália, e ao mesmo tempo, os atritos entre Igreja e Estado, deram lugar a uma forte sensibilização política, com atitudes suspeitas para com a Igreja. E como não podia deixar de ser, Dom Bosco, lutador e defensor insigne da Igreja de Cristo, ficou sendo mira forte do governo e foi até obrigado a fugir de alguns atentados. Sim, tinha de fato inimigos que não viam bem sua postura positiva a favor da Igreja e nem tão pouco a emancipação da classe pobre, defendida tenazmente pelo Santo.
Pio IX, então cabeça da Igreja, manifestou-se logo a favor de uma devoção pessoal para com a Auxiliadora e quando este sofrido Pontífice esteve no exílio, o nosso Santo lhe enviou 35 francos, recolhidos entre seus jovens do oratório. O Papa ficou profundamente comovido com esta atitude e conservou uma grande lembrança deste gesto de afeto de D.Bosco e da generosidade dos rapazes pobres.
E continuam muitas lutas políticas, desavenças, lutas e rixas entre Igreja e Estado.  Mas a 24 de maio, em Roma, o Papa Pio IX preside uma grandiosa celebração em honra de Maria Auxiliadora, na Igreja de Santa Maria.  E em 1862, houve uma grandiosa organização especificamente para obter da Auxiliadora, a proteção para o Papa diante das perseguições políticas que ferviam cada vez mais, em detrimento para a Igreja de Jesus Cristo.
Nestes momentos particularmente críticos, entre 1860-1862 para a Igreja, vemos que D.Bosco toma uma opção definitiva pela AUXILIADORA, título este que ele decide concentrar a devoção mariana por ele oferecida ao povo. E justamente em 1862, ele tem o “Sonho das Duas Colunas” e no ano seguinte seus primeiros acenos para a construção do célebre e grandioso Santuário de Maria Auxiliadora. E esta devoção à Mãe de Deus, desde então se expandiu imediata e amplamente.            

Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser A devoção a Nossa Senhora Auxiliadora, tem seu começo em datas muito remotas, nascida no coração de pessoas piedosas que espalharam ao seu redor a devoção mariana. Assim a Mãe de Deus foi sempre conhecida como condutora da felicidade de todo ser humano. E Maria, sempre esteve junto ao povo, sobretudo do povo simples que não sofre as complicações que contornam e desfazem, muitas vezes, a vida humana, mas que é levado pelas emoções e certezas apontadas pela simplicidade do coração.
Em 1476, o Papa Sisto IV deu o nome de “Nossa Senhora do Bom Auxílio” a uma imagem do século XIV-XV, que havia sido colocada em uma Capelinha, onde ele se refugiou, surpreendido durante o caminho, com um perigoso temporal. A imagem tem um aspecto muito sereno, e o símbolo do ‘auxílio’ é representado pela meiguice do Menino segurando o manto da Mãe.
Com o correr dos anos, entre 1612 e 1620, a devoção mariana cresceu, graças aos Barnabitas, em torno de uma pequena tela de autoria de Scipione Pulzone, representando aspectos de doçura, de abandono confiante, de segurança entre o Menino e sua santa Mãe. A imagem ficou conhecida como “Mãe da Divina Providência”. Esta imagem tornou-se como que meta para as peregrinações de muitos devotos e também para muitos Papas e até mesmo para João Paulo II. Devido ao movimento cristão em busca dos favores e bênçãos de Nossa Senhora e de seu Filho, o Papa Gregório XVI, em 1837, deu-lhe o nome de “AUXILIADORA DOS CRISTÃOS”. O Papa Pio IX, há pouco tempo eleito, também se inscreveu no movimento e diante desta bela imagem, ele celebrou a Missa de agradecimento pela sua volta do exílio de Gaeta.
Mais tarde também foi criada a ‘Pia União de Maria Auxiliadora’, com raízes em um bonito quadro alemão.
E chega o ano de 1815: Nasce aquele que será o grande admirador, grande filho, grande devoto da Mãe de Deus e propagador da devoção a Maria Auxiliadora, o Santo dos jovens: SÃO JOÃO BOSCO. Neste ano era também celebrado o Congresso de Viena e foi a época em que, com a queda do Império Napoleônico, começa a Reestruturação Européia com restabelecimento dos reinos nacionais e das suas monarquias dinásticas
Em 1817, o Papa Pio VII benzeu uma tela de Santa Maria e conferiu-lhe o título de “MARIA AUXILIUM CHRISTIANORUM”.
Os anos foram se sucedendo e o rei Carlo Alberto, foi a cabeça do movimento em prol da unificação da Itália, e ao mesmo tempo, os atritos entre Igreja e Estado, deram lugar a uma forte sensibilização política, com atitudes suspeitas para com a Igreja. E como não podia deixar de ser, Dom Bosco, lutador e defensor insigne da Igreja de Cristo, ficou sendo mira forte do governo e foi até obrigado a fugir de alguns atentados. Sim, tinha de fato inimigos que não viam bem sua postura positiva a favor da Igreja e nem tão pouco a emancipação da classe pobre, defendida tenazmente pelo Santo.
Pio IX, então cabeça da Igreja, manifestou-se logo a favor de uma devoção pessoal para com a Auxiliadora e quando este sofrido Pontífice esteve no exílio, o nosso Santo lhe enviou 35 francos, recolhidos entre seus jovens do oratório. O Papa ficou profundamente comovido com esta atitude e conservou uma grande lembrança deste gesto de afeto de D.Bosco e da generosidade dos rapazes pobres.
E continuam muitas lutas políticas, desavenças, lutas e rixas entre Igreja e Estado. Mas a 24 de maio, em Roma, o Papa Pio IX preside uma grandiosa celebração em honra de Maria Auxiliadora, na Igreja de Santa Maria. E em 1862, houve uma grandiosa organização especificamente para obter da Auxiliadora, a proteção para o Papa diante das perseguições políticas que ferviam cada vez mais, em detrimento para a Igreja de Jesus Cristo.
Nestes momentos particularmente críticos, entre 1860-1862 para a Igreja, vemos que D.Bosco toma uma opção definitiva pela AUXILIADORA, título este que ele decide concentrar a devoção mariana por ele oferecida ao povo. E justamente em 1862, ele tem o “Sonho das Duas Colunas” e no ano seguinte seus primeiros acenos para a construção do célebre e grandioso Santuário de Maria Auxiliadora. E esta devoção à Mãe de Deus, desde então se expandiu imediata e amplamente.
Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a "Virgem de Dom Bosco".
Escreveu o santo: “A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso".


Oração a Nossa Senhora Auxiliadora, Protetora do LarSantíssima Virgem Maria
a quem Deus constituiu Auxiliadora dos Cristãos,
nós vos escolhemos como Senhora e Protetora desta casa.
Dignai-vos mostrar aqui Vosso auxílio poderoso.
Preservai esta casa de todo perigo:
do incêndio, da inundação, do raio, das tempestades,
dos ladrões, dos malfeitores, da guerra
e de todas as outras calamidades que conheceis.
Abençoai, protegei, defendei,
guardai como coisa vossa
as pessoas que vivem nesta casa.
Sobretudo concedei-lhes a graça mais importante,
a de viverem sempre na amizade de Deus,
evitando o pecado.
Dai-lhes a fé que tivestes na Palavra de Deus,
e o amor que nutristes para com Vosso Filho Jesus
e para com todos aqueles
pelos quais Ele morreu na cruz.
Maria, Auxílio dos Cristãos,
rogai por todos que moram nesta casa
que Vos foi consagrada.
Amém.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Sexta-feira da Cruz de Nosso Senhor

5. Por isso dizia o Padre Baltasar Álvarez que o desconhecimento dos tesouros que possuímos em Jesus é a ruína dos cristãos, sendo por essa razão a Paixão de Jesus Cristo sua meditação preferida e mais usada, considerando em Jesus especialmente três de seus tormentos: a pobreza, o desprezo e as dores, e exortava os seus penitentes a meditar freqüentemente na Paixão do Redentor, afirmando que não julgassem ter feito progresso algum se não chegassem a ter sempre impresso no coração a Jesus crucificado. 6. Ensina S. Boaventura que quem quiser crescer sempre de virtude em virtude, de graça em graça, medita sempre Jesus na sua Paixão. E ajunta que não há exercício mais útil para fazer santa uma alma do que considerar assiduamente os sofrimentos de Jesus Cristo
7. Além disso afirmava S. Agostinho (ap. Bern. de Bustis) que vale mais uma só lágrima derramada em recordação da Paixão de Jesus, que uma peregrinação a Jerusalém e um ano de jejum a pão e água. E na verdade, porque vosso amante Salvador padeceu tanto senão para que nisso pensássemos e pensando nos inflamássemos no amor para com ele? “A caridade de Cristo nos constrange”, diz S. Paulo (2Cor 5,14). Jesus é amado por poucos, porque poucos são os que meditam nas penas que por nós sofreu; que, porém, as medita a miúdo, não poderá viver sem amar a Jesus: sentir-se-á de tal maneira constrangido por seu amor que não lhe será possível resistir e deixar de amar a um Deus tão amante e que tanto sofreu para se fazer
amar.

Fonte: A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo - Piedosas e edificantes meditações - sobre os sofrimentos de Jesus - Por Sto. Afonso Maria de Ligõrio - Traduzidas pelo Pe. José Lopes Ferreira, C.Ss.R. - VOLUME I

quinta-feira, 23 de junho de 2011

24 DE JUNHO - SOLENIDADE DA NATIVIDADE DE SÃO JOÃO BATISTA





Elias, O Profeta

Profeta do altíssimo, foi no antigo testamento figurado já por Isaías e Jeremias e de modo superior consagrado no ventre materno para anunciar o redentor e preparar os homens para anunciar o Redentor e preparar os homens para sua vinda. O evangelho refere os prodígios que acompanharam seu nascimento. Zacarias dá ao filho um nome que Deus lhe indicara pelo anjo e logo recupera a voz que perdera e cheio do Espírito Santo prediz o glorioso destino da criança; "Irás a frente do Altíssimo para aplanar os caminhos e anunciar ao povo a sabedoria da salvação". Gabriel dissera ao velho sacerdote que muitos seriam os que se haviam de regozijar com o nascimento do seu filho. Ele era com efeito a aurora da salvação e é ainda como tal que a Santa Igreja nos convida a celebrar todos os anos no dia 24 de Junho. Considerado o nascimento do Batista uma espécie de Natal do estio (Hemisfério Norte), prelúdio do Natal do Salvador e inteiramente pendente dele.



Santo Agostinho viu nas datas respectivas das duas festas, 24 de junho e 25 de dezembro, o símbolo duma relação essencial entre ambas. O nascimento do Batista ocorre numa data em que os dias (no hemisfério norte) se apaga diante daquele que anuncia e cuja influência irá gradualmente crescendo, porque "é necessário que ele cresça e eu diminua".



As fogueiras de São João derivam de uma velha tradição popular que acende pelos outeiros e que vem completar a solenidade litúrgica, simbolizando a luz que surge das trevas.



Peçamos a São João Batista que continue junto de nós o seu papel de percursor e que nos guie nos caminhos da vida eterna, e que São João Batista rogue por nós e por toda a Igreja universal.




Lefebvre, Dom Gaspar. Missal Quotidiano e Vesperal. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

SOLENIDADE DE CORPUS CHRISTI - FESTA DO SANTÍSSIMO CORPO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO (Dia Santo de Guarda)





Elias, O Profeta

Depois do dogma da Santíssima Trindade, é o da Encarnação do Verbo que a Igreja nos recorda, convidando-nos a celebrar com alegria o sacramento por excelência que dá a Deus glória infinita e aplica às almas os frutos da Redenção. Foi pela cruz que o Senhor nos resgatou e a Santíssima Eucaristia instituída nas vésperas da paixão, é o memorial sempre novo e sempre vivo dos sofrimentos do Senhor. O altar é sempre a presença do Calvário em todos os Tempos. A missa renova a memória da Paixão e morte de Senhor. Jesus está lá com efeito em estado de vítima, por que as palavras da dupla consagração nos mostram que o pão se mudou no corpo do Senhor e o vinho no Sangue. De maneira que por esta dupla ação de efeitos diferentes que constitui São Tomás, a essência do sacrifício, reconhecemos a imolação de Cristo, quer dizer, a separação de seu corpo e de seu sangue, ainda que Jesus se conserve em cada uma das espécies. É assim que o salvador, que é sacerdote principal do sacrifício da missa, se imola e oferece realmente renovando de modo incruento a imolação cruenta do Calvário.

A Eucaristia foi instituída à maneira de alimento para que sendo, trigo de Deus, fortifica as almas, nos dê parte em sua vida divina e nos una a Jesus Cristo, e por Ele ao Pai no amor do Espírito Santo.

Procuremos afervorar-nos na devoção ao Corpo e Sangue de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo que assim facilmente alcançaremos os frutos da redenção.


Evangelho da Festa:

Continuação do Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo São : Naquele tempo: Disse Jesus:
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim.
Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente.
Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum.

Pange Lingua gloriosi Corporis mysterium...

CATECISMO ROMANO - "E em Jesus Cristo, seu unico filho, Nosso Senhor."(Parte II)

Jesus é o nome próprio daquele que é Deus e homem ao mesmo tempo. Significa "Salvador". Não lhe foi posto casualmente, ou por escolha e vontade dos homens, mas por ordem e intenção de Deus.

Assim o declarou o arcanjo São Gabriel a Virgem: "Eis que conceberás e em teu seio, e darás a luz a um filho, ao qual porás o nome de Jesus" (Lc 1,31). E depois ordenou a José, esposo da Virgem, desse tal nome ao menino, e indicou-lhe ao mesmo tempo as razões por que devia chamar-se assim: "José, filho de David, não tenhas receio de levar para tua casa Maria, tua esposa; pois o que nela foi concebido, é obra do Espírito Santo. Portanto, ela há de dar a luz a um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele há de remir o seu povo de seus pecados"(Mt 1,20-21).


Verdade é que, nas escrituras, nos deparamos com muitas pessoas que tem esse mesmo nome. Assim se chamava o filho de Navé que sucedeu a Moisés; teve o privilégio, negado a seu antecessor, de levar à Terra de Promissão o povo que o mesmo Moisés havia de arrancado do cativeiro do Egito. Assim se chamava o filho de Josedec, sumo-sacerdote.

A nosso ver, com quanto mais acerto se não deve atribuir a esse nome a Nosso Salvador! A ele que deu luzes, liberdade e salvação, já não a um povo singular, mas a todos os homens de todas as épocas, não oprimidos pela fome ou pelo julgo do Egito e da Babilônia, mas sentados nas sombras da morte, presos com os duríssimos grilhões do pecado e do demônio. A ele que lhes adquiriu o direito e a herança do Reino dos Céus, e os reconciliou com o Pai Eterno.


Naquelas pessoas não vemos senão uma figura de Cristo Nosso Senhor, que tantos benefícios cumularam o gênero humano, como acabamos de explicar.

Ao nome de Jesus também se acrescentou o apelido de "Cristo", cuja significação é "Ungido". Serve para designar uma dignidade e um mistério. Não é próprio de uma só categoria, mas é designação comum de várias funções.


Na antiguidade, nossos pais chamavam de "cristos" aos sacerdotes e aos reis, por quanto Deus ordenara que fossem ungidos, em atenção a dignidade de seu ministério.

Sacerdotes são aqueles que, por meio de assíduas preces, recomendam o povo a Deus. São os que oferecem sacrifícios a Deus, e aplicam pelo povo o poder de sua intercessão (Num 16,46-50; Sap 18,20-25; Heb 5,1-4).

Aos reis porém, está confiado o governo dos povos. Seu dever primordial é salvaguardar a autoridade das leis, proteger a vida dos inocentes, e punir a audácia dos criminosos.

Ambos os ministérios são, pois, uma imagem da majestade de Deus aqui na terra. Por isso, os que eram eleitos para a dignidade real ou sacerdotal recebiam a unção dos santos óleos (I Reg 10,1;16,13; Exo 19,21;30,30).

Era também costume de ungir os profetas. Na qualidade de intérpretes e mensageiros de Deus Imortal, revelam os segredos dos Céus e com salutares conselhos e predições do futuro exortavam à regeneração dos costumes.


Ora, quando veio a este mundo, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo tomou sobre si o tríplice encargo e função de profeta, de sacerdote e de rei. Por esse motivo foi chamado "Cristo", e ungido para o desempenho daqueles ministérios.


Jesus Cristo portanto foi o Profeta e mestre supremo que nos ensinou a vontade de Deus, e cuja doutrina fez ao mundo conhecer o Pai celestial. Cabe-lhe o nome de profeta com a maior glória e distinção.

Cristo também é sacerdote, não pela ordem pela qual a Antiga Lei os sacerdotes proviam da tribo de Levi. Mas por aquela que o profeta David exaltou em seu vaticínio: "Vós sois sacerdotes eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedec"(Ps 109,4; Heb 5,5 ss).

Reconhecemos, igualmente, que Cristo é Rei, não só como Deus, mas também enquanto homem, participante de nossa natureza. De sua dignidade real disse o anjo: "Há de reinar eternamente na casa de Jacob, e seu reino não terá fim." (Lc 1,32).


(Fonte: Catecismo da Igreja Católica - Ed. Vozes - 1962)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Casal de ativistas ecologistas cometem sacrilégio na Catedral de Oslo (ACI)

Imagem: ACI
MADRI, 20 Jun. 11 / 05:50 pm (ACI)

A plataforma cidadã espanhola HazteOir.org denunciou que os ecologistas se uniram à "moda sacrílega" de atacar templos católicos, logo que um casal de ativistas noruegueses tentaram manter relações sexuais no altar da Catedral de Oslo como protesto pelo desmatamento.

Os fatos ocorreram no dia 2 de junho, quando em uma cerimônia religiosa pela festa da Ascensão um casal se despiu na Catedral e se lançou diante do altar do templo para manter relações sexuais na frente dos paroquianos, enquanto um terceiro ativista fotografava a cena.

Os presentes separaram os manifestantes e a polícia deteve os três manifestantes identificados como membros de um polêmico grupo ecologista denominado "Fornicar pelos Bosques" que costuma arrecadar recursos com este tipo de atos.

"Será que agora querem responsabilizar os católicos pelo desmatamento mundial e outras denúncias castastrofistas que formulam estes grupos?", questionou HazteOir.org.
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=22024

21 de Junho - São Luiz Gonzaga, Confessor (Padroeiro dos seminaristas e da juventude)


Conhecido também como São Aluísio Gonzaga ou Aloysius Gonzaga

Nascido em Castiglione delle Stiviere na Lombardia, Itália no dia 9 de março de 1568 e morreu em 20 de junho de 1591 ,beatificado em 1605 e canonizado em 1726 e O Papa Benedito XIII o declarou padroeiro dos estudantes jovens e Pio XI o proclamou padroeiro da juventude cristã.

Luiz era o mais velho dos filhos do Marques de Ferrante de Castiglione que serviu ao rei Filipe II da Espanha e Marta Tana Santena . A ambição do seu pai era que o seu filho mais velho fosse um grande líder militar. Na idade de 4 anos ele foi enviado para um campo militar e andava com uma miniatura de armadura militar e com uma espada. Ele disparou um canhão sem autorização e foi devolvido para casa .Na idade de 7 anos ele experimentou uma visão espiritual e decidiu a perseguir a vida religiosa. Ele dizia sua s preces matinais e a noite desde sua infância e agora começava a recitar o Oficio da Bem-aventurada Virgem Maria todos os dias bem como os sete Salmos penitentes e outras devoções.
Quando ele tinha nove anos seu pai o colocou com o seu irmão Ridolfo aos cuidados do tutor Francesco de Medici em Florença para ensina-los o Latin e o italiano puro da Toscania. Mas Luiz fez mais progresso nos estudos dos santos que nos seus estudos. Naquele mesmo ano e tomou os votos de castidade. Daquele tempo em diante ele nunca olhou uma mulher no rosto, nem mesmo a sua mãe. Dois anos mais tarde em 1579 seu pai mudou os jovens para a corte do Duque de Mantua, que mais tarde o fez governador de Montserrat. Já com o a idade de 11anos Luiz decidiu renunciar aos títulos e propriedades que tinha herdado. Logo depois ele contraiu um dolorosa doença renal que o atormentou pelo resto de sua vida. Mas deu a ele uma desculpa para gastar mais tempo em orações e ler a vida dos santos, escrita pelo grande Surius. Ele começou a praticar severos e austeros jejuns com pão e água e não acendia fogo ao orar no inverno. Inspirado por um livro de missionários jesuítas na Índia, ele começou a se preparar com a idade de 12 anos para ser um missionário jesuíta. Ele reuniu um grupo de jovens pobres e começou a ensina-los o catecismo durante os feriados de verão em Castiglione.
Em 1581 Don Ferrante foi chamado a servir a Imperatriz Maria da Áustria na sua viagem da Bohemia a Espanha. Sua família o acompanhou e ao chegarem na Espanha, Luiz e Rodolfo foram colocados ao serviço de Don Diego, príncipe das Austurias como pagens. Ele teve então que cuidar do príncipe e estudar com ele, mas não se distraia da suas devoções.Durante o tempo na corte do Dom Diego, Luiz resolveu entrar na Companhia de Jesus . Obteve primeiro a provação de sua mãe e em seguida disse ao seu pai que queria entrar para a Ordem dos Jesuítas e este furioso não deu a sua permissão até que amigos intermediaram a questão e finalmente Don Ferrante deu sua consentimento provisório. Não obstante após a morte do príncipe os rapazes foram dispensados dos seus deveres na corte, mas o Marques tentou distrair o seu filho enviando a visitar cortes no norte da Itália em 1584. Ele esperava que o rapaz sucumbiria a vida fácil e farta na corte italiana. Quando isto não funcionou seu pai tentou a pressão diplomática Ele e seu amigos tentaram convencer o rapaz de deixar a sua vocação e Don Ferrante o enviou em um sem numero de comissões seculares esperando interessa-lo nos negocioso mundanos. Mas Luiz não modificou e renovou seu pedido. Dom Ferrante usou como seu ultimo esforço os dignitários da Igreja para falar com o seu filho a respeito. Finalmente seu pai foi persuadido quando a Comissão Imperial transferiu a sua sucessão para Rodolfo. Em 1585 ele finalmente permitiu que a Luiz entrasse para a Ordem dos Jesuítas em Roma.

Em 25 de novembro de 1585 ele recebeu o noviciado jesuíta na Casa de Santo André. Como tinha sua saúde abalada os jesuítas ordenaram que moderasse a sua austeridade. Ele era obrigado a descansar, comer mais e era proibido de rezar fora dos horários. Ele foi mais tarde enviando a Milão para mais estudos e teve uma visão numa oração matinal que não viveria muito mais. Isto encheu seu coração de gloria e alegria. A sua saúde debilitada forçou o seu retorno a Roma. No ano seguinte a praga tomou conta de Roma. Os jesuítas abriram um hospital e a Luiz foi permitido ajudar os pacientes, banha-los e cuidar deles. Eventualmente ele contraiu a praga e surpreendentemente sobreviveu após receber os últimos sacramentos. Uma noite Luiz caiu em êxtase e passou toda a noite neste estado e disse ao seu confesso que iria morrer na oitava de Corpus Christi. Naquele dia ele estava muito melhor e o Reitor falou até em envia-lo a Frascati. Mas Luiz manteve a sua crença que iria morre naquele dia e pediu a extrema unção do Padre Bellarmino. Logo depois Luiz ficou imóvel as vezes murmurando "em suas mãos Oh Senhor" e com olhos fixos no crucifixo ele faleceu com idade de 23 anos.

Sua biografia bem como suas cartas e os escritos religiosos mostram um caráter e um espirito religioso, sem comparação.

Ele foi enterrado debaixo do altar da Capela de Santo Inácio de Loyola em Roma.

Na arte litúrgica da Igreja São Luiz Gonzaga é geralmente mostrado com um jovem jesuíta com um crucifixo nas mãos ou com uma coroa a seus pés ou com um anjo ao seu lado, ou em êxtase elevado aos céus por anjos .Ele é o padroeiro dos adoslescentes, dos jovens estudantes e da juventude católica.

Sua festa é celebrada no dia no dia 21 de junho.
Fonte: (http://www.cademeusanto.com.br/sao_luiz_gonzaga.htm)