Especial: O Carnaval e sua incompatibilidade com a moral e os bons costumes

Carnaval de Veneza


Os festejos carnavalescos nos trazem um pensamento muito hostil sobre os adeptos destes eventos abomináveis. Trata-se da autodestruição da sociedade e do indivíduo. Não estou me referindo que o motivo pelo qual a sociedade ocidental está em rumo de autodestruição seja apenas o Carnaval. Na verdade trata-se de um assunto mais profundo e conhecido do leitor do nosso blog. São as destruições dos valores morais e éticos que regem a sociedade como um todo, valores estes que, nos diferenciam dos animais irracionais e que está trazendo uma certa preocupação em relação ao futuro de nossa espécie.

Foi-se o tempo em que o Carnaval era uma brincadeira inocente em que a família podia compartilhar suas alegrias com indivíduos de famílias diferentes. Hoje refletindo bem o espírito da sociedade mundana e materialista, o Carnaval deixou há muito tempo de ser uma festa inocente e apropriada para a família. Se transformou o que ele é na sua origem; uma festa imoral que reflete a uma sociedade doente, decadente e sem valores.

Por qual motivo comemorar o Carnaval para um cristão? Será pelo simples fato de todos comemorarem? Ora nem todos celebram a festa da entidade pagã de Iemanjá mas, apenas os adeptos de religiões tribais africanas. Então por qual motivo celebrar uma festa que não tem mais nada a acrescentar ao indivíduo? O Carnaval não tem mais nenhuma relação com Igreja desde o século XVII quando se começou a ter notícias de noites de orgias e bacanais na França, numa simples demonstração de que já estava perdendo a sua influência cristã. Não tem mais nenhuma relação com a Quaresma, pois, começa bem antes do domingo e invade o tempo quaresmal. O Carnaval virou na verdade uma afronta do mundo à Igreja de Cristo, uma afronta à catolicidade e todos nós cristãos.

Qual seria a solução para o Carnaval? Um retiro ou uma forma de Carnaval cristã seria duas idéias louváveis. Mas prefiro propor ao leitor católico de bom senso que faça da seguinte forma:

1º - Realizar uma novena ou a oração do Santo Rosário diariamente.

2º - Um retiro espiritual numa Igreja, mosteiro ou acampamento religioso

3º - Manter a televisão desligada, ler um livro, ouvir músicas religiosas ou que elevem o espírito.

4º - Evitar as ruas e lugares onde ocorrem os blocos, pois além de evitar essas degradações, evita-se também assaltos e outras espécies de violências que ocorrem em massa neste período.

A prudência

5º Viajar para uma localidade tranquila longe dos barulhos e dos confetes.

Fazendo estas observações propomos ao caro leitor do blog que evite estas práticas decadentes de nossa sociedade e assim cresçam nas virtudes e no amor de Deus Nosso Senhor.

Lembro-vos uma das promessas de Nossa Senhora a Santa Bernardete em Lourdes. Quando Bernardete estava em um de seus diálogos com a Virgem, pediu lhe uma graça especial: Ser feliz. A Senhora com um sorriso nos lábios disse a Bernardete que prometia a felicidade no Céu mas não nesta vida pois trata-se de uma ilusão. Lembrando que felicidade é plenitude. Somente diante de Deus podemos ser plenamente felizes. Nesta vida, felizes não podemos ser, mas apenas ter momentos felizes. A felicidade prometida pelo Carnaval termina na Quarta-feira de Cinzas. Enquanto a felicidade do bom cristão começa justamente na Quarta-feira de Cinzas onde se vê grande oportunidade de se reconciliar com Deus.

Busquemos neste ano uma forma nova e diferente de celebrar o período que antecede a Quaresma. Busquemos exercícios espirituais e a reconciliação com Deus e nossos irmãos. Lembrando que a verdadeira felicidade está na Plenitude que é Deus Nosso Senhor.

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